quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Dicas de como precificar um produto

Colocar preço em um produto é uma tarefa de suma importância para qualquer negócio. É o preço que gera atratividade, competitividade e lucratividade, e pode ser decisivo no sucesso da empresa.

Colocar o preço errado no seu produto ou serviço pode significar um grande risco, então, é necessário analisar o produto e levar em conta a precificação desde o início da colocação dele no mercado.

O preço para cada produto e serviço é estratégico para os negócios. Ele pode ser ajustado para melhorar o faturamento e maximizar vendas, melhorar a participação de mercado e conseguir reagir aos concorrentes.

 

Como precificar?

Colocar preço pode parecer simples, mas é necessário seguir alguns passos, pois o preço não pode fazer com que o cliente deixe de comprar, mas precisa dar lucro. Selecionamos alguns passos para ajudar nessa ação tão fundamental para garantir o equilíbrio.

 

1. Custo unitário

A primeira coisa a ser feita é saber exatamente qual o valor gasto para produzir ou adquirir cada unidade de cada produto. Essa é a primeira análise a ser feita.

 

2. Despesas

Depois de saber o custo por produto, é hora de analisar as despesas da empresa e definir quais gastos são fixos (aqueles pagos não importando o faturamento, como salários, por exemplo) e quais são variáveis (dependem do volume de vendas, como gasto de emissão de nota fiscal).

Ambos os tipos de despesa precisam se pagar com as vendas, mas há formas de fazer isso. Você pode:

1. Fazer a diluição de seus custos fixos no mix de produtos, atribuindo porcentagens diferentes de contribuição, para conseguir calcular quantos produtos de cada tipo são necessários serem vendidos para pagar a operação. Todo o restante é seu lucro.

2. Seu preço final estimado pode resultar em margem de contribuição. Ao deduzir o valor das despesas, o que restar é lucro líquido.

Lembre-se sempre de incluir o valor dos impostos nos cálculos.

 

3. Margem

Após a definição da margem mínima para a saúde de sua empresa, mantenha-se firme nela. Fique atento no momento de precificar, pois os valores precisam atingir a sua meta.

Caso algum dos seus itens dê prejuízo, está na hora de rever se vale a pena continuar vendendo, e em geral a resposta será não.

 

4. Markup e margem de lucro

Imprescindível conhecer os dois termos, que podem ser confundidos.

Markup é o seu lucro desejado, o percentual aplicado aos produtos, e Margem de Lucro é todo aquele valor que retorna ao seu caixa após o pagamento de todos os custos.

Depois de entender esses dois termos, fica mais fácil precificar.

 

5. Mercado

Não se baseie apenas em tabelas de preços do mercado. Pesquise de forma minuciosa os players de mercado, por quanto eles vendem, quem é o público alvo e quantidades. Conheça profundamente o ambiente em que atua, para ter mais segurança na hora de colocar seus preços.

É nessa pesquisa que você poderá comparar os seus preços e saber se está vendendo bem em relação ao concorrente, e programar seu estoque de forma mais eficaz.

Precificar não é uma tarefa simples, mas é a chave para ter um negócio de sucesso.

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terça-feira, 14 de setembro de 2021

Dicas para evitar inadimplência em sua assistência técnica

Todo mundo que trabalha com vendas parceladas, e esse é o caso da maioria das assistências técnicas, precisa lançar mão de alguns métodos para que seu índice de inadimplência seja baixo.

De acordo com a Serasa, temos hoje no Brasil cerca de 24,5% da população inadimplente, ou seja, isso contabiliza mais de 35 milhões de pessoas.

É preciso, portanto, que sua assistência técnica esteja bem estruturada e organizada, com todos os processos, especialmente os de contas a receber, alinhados e sendo cumpridos. O foco no cliente também é importante, equalizado com a quantidade de vendas realizadas.

Neste artigo, selecionamos cinco dicas para que você coloque em prática em sua assistência técnica e reduza o número de inadimplentes.

 

1. Usar um sistema de gestão

Organizar os dados financeiros de sua empresa de forma ordenada e fácil de analisar faz parte da gestão eficaz. Para tomar melhores decisões, é preciso que você conheça a saúde da sua empresa, para que o planejamento estratégico seja corretamente orientado.

Usando um bom sistema de gestão financeira, e que pode ser conectado a outros setores, te proporcionará um controle financeiro ideal, bem como acompanhamento de vendas, atendimento ao cliente e fluxo financeiro. O resultado é que sua assistência técnica ganhará mais segurança nos processos.

O Online OS oferece essa e outras soluções para sua assistência técnica. Clique aqui e conheça.

 

2. Ter um bom relacionamento com o cliente

Para entender o comportamento dos clientes, é preciso que você se relacione com eles. De maneira cordial, mande um lembrete antes do vencimento da parcela, aproveitando para dar alguma dica ou mesmo oferta. Assim, ele lembrará de sua assistência técnica e isso pode evitar que você tenha que cobrá-lo mais para frente.

 

3. Faça uma análise de crédito

Quando for vender a prazo ou parcelado, você pode solicitar referências bancárias, comerciais ou pessoais através do seu departamento de crédito, de modo a avaliar possíveis riscos no momento da venda.

Você pode usar o sistema da Serasa, que fornece dados estatísticos e identificam consumidores com maior ou menor probabilidade de ficarem inadimplentes.

 

4. Aplique penalidades

Chega um momento em que, infelizmente, você precisará recorrer a penalidades aos clientes que não efetuam os pagamentos no prazo correto. Você pode aplicar penalidades em parcelamento em atraso, como multas e juros.

Você pode fazer esse tipo de cobrança extra judicialmente ou de forma judicial, tudo deve ser analisado e depender da situação do cliente e dos valores em atraso.

 

5. Recorra a órgãos de proteção ao crédito

O seu cliente precisa estar ciente das consequências dos atrasos de pagamento no momento em que a compra for realizada. Uma dessas consequências pode ser o registro da inadimplência em órgãos que têm por finalidade proteger o crédito.

Essa transparência é importante para as relações comerciais entre sua assistência técnica e o cliente.

Há formas de conquistar um relacionamento financeiro saudável com o seu cliente, como por exemplo, oferecer vantagens para quitação antecipada, possuir métodos de pagamento acessíveis e claro, o monitoramento do comportamento de cada cliente.

Não esqueça de, periodicamente, analisar o financeiro da sua assistência técnica, para corrigir eventuais falhas.

Para finalizar, lembre-se que cobranças pejorativas ou que exponham o cliente é crime, então sua equipe precisa ter alguém qualificado para essa prática.

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quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Controle de estoque automatizado: saiba como fazer

A área de estoque é de muita importância para qualquer empresa, e a sua gestão influencia em vários departamentos, como compras, vendas e financeiro. É preciso, portanto, ter muito cuidado e olhar o estoque com carinho para evitar falhas e perdas.

O primeiro passo que você precisa tomar é deixar de controlar o estoque de forma manual. As planilhas dão uma margem de erro muito grande, então o ideal é automatizar seus processos.

Neste artigo vamos mostrar as dificuldades de não automatizar o estoque e mais informações importantes sobre o assunto.

 

Dificuldades do controle de estoque manual

Controlar seu estoque sem automatização torna a gestão complexa e passível de erros, já que tudo precisa ser feito de forma manual. Com isso, alguns pontos podem ocorrer, prejudicando seu negócio e até fazendo perder dinheiro.

Vamos ver os problemas mais comuns na gestão manual.

 

1. Falta ou excesso de produtos

Quando os registros de estoque são feitos em planilhas, sejam elas eletrônicas como Excel ou de papel, acompanhar todas as saídas e entradas torna-se um processo moroso e com tendência de grandes erros.

Torna-se difícil calcular e separar produtos, categorizando-os como deveriam, bem como fazendo a gestão a cada venda. Também fica complicado saber o tempo médio de um produto no estoque e quando precisa ser reposto.

A consequência é que você pode estar investindo em produtos com pouca saída ou mesmo deixando de adquirir um produto com muita saída. Excessos também não são bons, pois levam ao desperdício.

 

2. Erro no planejamento de vendas

O departamento de vendas, assim como o de compras, é diretamente afetado pelo estoque. Os profissionais de vendas precisam saber exatamente a quantidade de cada produto, e sem controlar a frequência de venda ou mesmo fazendo um controle na hora para baixar o estoque, fica difícil conseguir planejar vendas, pois não se tem um histórico confiável de quando o produto foi vendido e quantos ainda restam.

Assim, o controle manual dificulta o acompanhamento de sazonalidades e o direcionamento de campanhas de promoção, por exemplo.

 

3. Falta de controle e margem de erro

Essas são mais duas consequências de controlar o estoque manualmente. Perde-se muito tempo na inserção de dados e conferência de informações e consolidar todos os dados torna-se cada vez mais complexo, além de, como já citado, aumentar enormemente a chance de graves erros de contagem.

Se um erro é descoberto, gera retrabalho de correção, mas se demora-se para perceber, as consequências podem ser ainda piores.

Os estoques podem ser diferentes para venda e uso, por exemplo, e fazer a gestão de suas formas distintas sem automatizar também torna-se um grande desafio.

 

4. Custos

A partir do momento em que você tem processos menos eficientes, margem de erro e desperdício, sua operação acaba sendo bem mais custosa do que deveria, diminuindo sua margem de lucro. Além, é claro, das perdas de vendas que podem decorrer do atendimento precário ao cliente.

 

De que forma posso automatizar meu estoque?

Percebemos a importância da automatização para que a gestão do estoque seja mais profissional e confiável, para não perder vendas nem deixar itens obsoletos no estoque. Um bom sistema de gestão pode ajudar, inclusive, a desenvolver processos que possam ainda não ter sido implantados, facilitando a operação e otimizando lucros.

Portanto, você deve investir em um sistema de gestão que contemple atividades ligadas ao estoque (movimentação, expedição, conferência, estocagem, etc) e que, de preferência, integre-se aos outros setores da empresa.

Antes de mais nada, você precisa organizar sua operação para que as rotinas sejam uniformemente executadas e as tarefas facilitadas para quando o sistema for implantado.

Quando um processo é automatizado, você precisa desenhá-lo para que se torne um fluxo contínuo de atividades, visando poupar tempo, evitar erros, melhorar a produtividade e padronizar o trabalho. Toda a sua operação, consequentemente, torna-se mais eficiente.

Vamos mostrar um passo a passo para que você possa iniciar essa tarefa.

  • Identifique possíveis falhas através do mapeamento de todos os processos;
  • Então, elabore ações de melhoria que possam minimizar pontos fracos e otimizar as funções;
  • Implemente todas as ações que forem criadas;
  • Tenha um documento para formalização dos novos processos, com especificações detalhadas de realização de cada atividade, descrevendo tempo estimado e recursos necessários;
  • Faça um treinamento com seus colaboradores para que todos possam conhecer os novos processos e estejam cientes da importância das mudanças. Somente com colaboradores treinados os novos processos poderão funcionar de forma correta.

Depois que os seus processos estiverem ajustados, busque um software de gestão que possa ser incorporado às atividades da sua empresa.

Como já dissemos, opte por um sistema que não apenas ajude a controlar o estoque, mas que esteja interligado a todos os setores envolvidos, como o do Online OS. Clique aqui e faça seu teste gratuito.

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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

O que é o Custo de Aquisição do Cliente e como calcular?

Se você é empresário, sabe a importância de fazer campanhas de marketing na internet para divulgação de seu negócio e acompanhamento dos resultados. Mas é fundamental que as métricas corretas de análises sejam levadas em conta, para não haver erros no processo.

Um dos indicadores mais importantes é o chamado CAC, ou custo de aquisição de cliente. Ele é responsável por mostrar os resultados de suas ações.

Neste artigo iremos falar sobre o CAC e como interpretá-lo corretamente.

 

O que é o CAC?

O custo de aquisição de cliente é uma métrica usada para mostrar o valor que uma empresa investe para adquirir cada novo cliente. Esse cálculo só poderá ser feito se você conhecer bem todo o seu processo de venda e o que envolve esse processo.

 

Cálculo do CAC

O CAC é calculado usando duas variáveis: toda a soma de investimentos em marketing e vendas (e nesse cálculo tudo deve ser levado em conta, inclusive salários e comissões, eventuais treinamentos, gastos com ferramentas de trabalho, anúncios, entre outros) e os novos clientes (somente os conquistados após início das ações aplicadas).

Com esses dados em mãos, basta aplicar a fórmula:
CAC = soma de todos os investimentos / número de novos clientes

 

O meu valor está coerente?

O CAC, para ser vantajoso, precisa estar dentro do esperado. Para saber se realmente o valor está coerente, será necessário fazer um comparativo com outra métrica, chamada Lifetime Value (LTV), que é o valor no ciclo de vida. Para esse cálculo, a fórmula a ser usada é:
LTV = valor do ticket médio X tempo de retenção de clientes

Ou seja, o objetivo de calcular essa fórmula é saber quanto valor o cliente adicionou para sua empresa no período estudado.

Dessa forma, para ser vantajosos os gastos implementados na aquisição de novos clientes, o seu CAC precisa ser menor do que o LVT, pois indica lucratividade. Quanto menor for o seu custo para adquirir um cliente, melhor é para sua empresa. Da mesma forma o valor no ciclo de vida precisa ser sempre o maior possível.

 

Diminuindo o CAC

Uma das formas de diminuir seu CAC e gastar menos para adquirir clientes é otimizando processos. Com procedimentos mais eficientes, seu custo fica menor, o que também facilita o trabalho da equipe.

Uma maneira de fazer isso é utilizar um software de gestão que atenda as necessidades da sua empresa. Com ele, o acesso geral a informações é mais assertivo e fácil, o que melhora o atendimento ao cliente.

Como você pôde notar, para saber o CAC é preciso que os dados do seu negócio estejam em suas mãos. Para isso, é necessário que você tenha o controle do seu negócio, assim podendo tomar melhores decisões e aumentando seu faturamento.

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sexta-feira, 3 de setembro de 2021

O que é nota fiscal e para que ela serve?

Todos os empresários sabem que as empresas precisam cumprir com várias obrigações fiscais, uma delas é o envio para os órgãos públicos de todas as informações de faturamento. Desde que opta por abrir um negócio, é importante ter conhecimento sobre essas obrigações. Todo negócio, segundo a Lei nº 8.846, é obrigado a fazer registro de seus números, e a forma mais comum é através da nota fiscal.

Neste artigo falaremos sobre a nota fiscal, para que você saiba tudo o que a envolve.

 

Afinal, o que é a nota fiscal?

A nota fiscal, ou NF, é um documento cuja função é registrar todas as vendas de sua empresa. Todas as vezes que você receber algum pagamento, ele precisa estar devidamente registrado, tanto para sua empresa como para o cliente, que tem direito de receber essa nota.

Mesmo que o cliente não forneça seus dados, ainda assim a emissão é obrigatória. Note que há municípios que não permitem esse tipo de emissão sem dados, portanto, em caso de dúvidas, consulte o órgão emissor (Prefeitura) de sua cidade.

 

Importância da Nota Fiscal

A Nota Fiscal parece apenas um documento simples, mas com ela é possível realizar a contabilidade, calcular impostos, estimar faturamento e até organizar o estoque.

O fato de não emitir a nota fiscal, em contrapartida, pode acarretar em problemas fiscais para a sua empresa, que vai desde dificuldades na gestão financeira até sonegação fiscal.

 

Emissão da Nota Fiscal

A emissão da nota fiscal é feita com base na natureza do serviço prestado pela empresa, definido pelo CNAE ao formalizar o negócio. O CNAE é a classificação de atividades exercidas pelas empresas. Ao emitir uma nota fiscal, a prefeitura da sua cidade vai solicitar que identifique o serviço prestado. Mesmo que sua empresa possua mais de um CNAE, apenas um deles poderá ser indicado na emissão.

Em questão de obrigatoriedade de emissão de nota fiscal, a única exceção é o microempreendedor individual, ou MEI. Caso o MEI venda diretamente a uma pessoa física, ele não precisa emitir nota fiscal, embora seja o mais correto na formalização junto à receita.

 

Erros na hora de emitir nota fiscal

É preciso lembrar que, quando se trata de obrigações fiscais e contábeis, deve-se ter uma atenção especial, pois erros podem acarretar diversos problemas, como já citamos.

Um dos erros mais frequentes que os empresários cometem é escolher o tipo errado de Certificado Digital, e quando uma empresa escolhe errado, pode ter que comprar outro. Isso porque, por exemplo, o que possibilita a automação das notas é o certificado A1 digital, que precisa ser instalado no computador. Em compensação, o A3 é físico, tipo um pendrive, que precisa ser plugado no computador para uso. Sempre peça ajuda a seu contador na hora de escolher as opções.

Um outro ponto importante é a nota fiscal eletrônica. Ela pode ser apresentada em forma de documento físico, que chama-se DANFE (documento auxiliar de nota fiscal eletrônica), que não possui validade jurídica. Portanto, precisa ser enviado ao cliente a NF, e não apenas o DANFE.

Mais um erro é emitir uma única nota fiscal no mês. Apesar de poder calcular imposto sobre essa nota, o correto é que sejam emitidas notas a cada venda e cliente, até para facilitar futuras verificações.

 

Tipos de Nota Fiscal

As notas fiscais apresentam-se em três tipos:

1. NFS-e, ou Nota Fiscal de Serviços Eletrônica, usada por empresas que prestam serviços.
2. NFC-e, ou Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica, que substitui o cupom fiscal, portanto muito usada no varejo.
3. NF-e, ou Nota Fiscal de Produto Eletrônica, usada para venda de produtos, tanto em ambiente físico como virtual.

 

Sonegação

A identificação de sonegação é feita através da Lei 4.729/1965, que em uma de suas definições diz que sonegação é “prestar declaração falsa ou omitir, total ou parcialmente, informação que deve ser produzida a agentes de pessoas jurídicas de direito público interno, com intenção de eximir-se, total ou parcialmente, do pagamento de tributos, taxas e quaisquer adicionais devidos por ler.”

Isso quer dizer que, se sua empresa vende um valor e emite nota fiscal com outro, é considerado crime, o que vale também para não emissão de nota fiscal, que seria enquadrado como sonegação fiscal.

Portanto, fique atento e sempre emita suas notas, de preferência identificando o cliente. Assim, a Receita Federal terá todas as informações caso seja necessário averiguar sua empresa.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Indicadores para acompanhar em sua assistência técnica

Para que a sua assistência técnica tenha sucesso, é preciso acompanhar e analisar alguns indicadores importantes. É através dessa análise que você poderá identificar e solucionar problemas, atuando na correção das causas-raiz.

Neste artigo elencamos alguns indicadores para acompanhamento, visando o sucesso de sua assistência técnica.

 

1. Vendas e Serviços prestados

Um dos principais indicadores diz respeito ao volume de vendas. Você precisa saber quantas vendas de produtos e serviços prestados foram efetuados pela sua assistência técnica em determinado período, sempre comparando com períodos anteriores. Esse indicador ajuda a medir a eficiência de sua empresa, conhecer o seu cliente e até descobrir sazonalidades.

 

2. Faturamento

Aqui a análise é sobre o valor de vendas e serviços executados, e deve ser acompanhado diariamente, também comparado com outros períodos, analisando a evolução da sua empresa. A comparação pode ser diária, semanal, mensal ou mesmo anual. O faturamento é o melhor índice para analisar a performance da empresa, mas deve ser cruzado com outros dados para uma análise mais completa.

 

3. Lucro

Quanto de lucro a sua assistência técnica está dando pelo período analisado. O lucro é o cálculo feito após desconto do custo, e indica se sua assistência está ou não trazendo retorno financeiro. Caso você possua mais de uma loja, é possível saber qual delas está trazendo mais retorno e por que resultados são diferentes, ajudando a alavancar as vendas da que estiver com lucro menor.

 

4. Clientes

Análise da quantidade de clientes atendidos em sua assistência técnica em um determinado período de tempo, também comparando com períodos de análise anteriores. Você pode também selecionar os clientes de cada responsável, sabendo como está o desenvolvimento de cada um do time, e até gerando metas mais ambiciosas.

 

5. Descontos concedidos

Aqui há duas análises que podem ser feitas: percentual de descontos e valores, também comparando períodos, motivos do desconto, se fazem parte de alguma ação, etc. É importante entender não apenas o valor descontado, mas o percentual que ele representa, pois essa análise mais completa é a que dará uma visão mais ampla para análise.

O valor que está sendo concedido afeta a rentabilidade das vendas e o lucro, diretamente, por isso precisa ser acompanhado de perto.

 

6. Tíquete médio

O valor do tíquete médio é calculado dividindo o valor total de vendas pela quantidade de vendas realizadas. Através dele você será capaz de entender quanto será necessário para atingir as metas, pois saberá quanto cada venda representa.

 

7. Itens por venda

Quantos itens, em média, uma venda oferece. Obtém-se esse valor dividindo o total de itens pelo número de vendas, e essa análise ajuda a entender o giro de produtos para cada venda e o impacto das ações tomadas para elevar o tíquete médio.

 

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quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Como fazer um pós-vendas eficiente em sua assistência técnica

Quem trabalha com clientes sabe a importância de se fazer um trabalho de pós-vendas para valorizar cada venda feita a seu cliente e tê-lo fidelizado. A questão maior é saber como ser eficiente nesse processo.

Nesse artigo mostraremos algumas dicas para que o pós-vendas em sua empresa torne-se memorável.

Antes de mais nada, vamos entender o que realmente é o pós-venda. Trata-se de um conjunto de etapas que ocorrem após a venda de um produto. Isso pode incluir contato por e-mail, um cupom de desconto para quem é cliente, presente de aniversário, etc.

A prática de pós-venda é fundamental para qualquer tipo de negócio que lide com clientes. Ela implica na fidelização e consequente aumento da carteira de consumidores.

Vamos agora ver dicas importantes para que você coloque em prática já.

 

1. Pesquise sobre a satisfação do cliente

Saber a opinião do cliente é a melhor ferramenta que a sua empresa pode ter. Através desse feedback você é capaz de avaliar a qualidade do atendimento, do produto, mapear o processo de venda, entre outras coisas.

Muitos dos clientes estão dispostos a opinar após uma compra, ajudando com sua avaliação, e se a sua empresa demonstrar que faz questão de ouvir o que ele tem a dizer, isso mostrará que valoriza a opinião de cada um.

Mas não esqueça que precisa usar críticas para melhorar, não basta querer ouvir o que o cliente tem a dizer e não fazer nada a respeito.

 

2. Acompanhe a trajetória do cliente

É importante conduzir o cliente em um follow up desde o momento da compra. Você pode enviar a ele uma comunicação explicando sobre o produto que comprou, e até colocar junto a pesquisa de satisfação. Mostre para ele que o contato não acabou quando ele finalizou a compra.

Ele saberá que tem alguém para dar suporte e se sentirá valorizado e satisfeito. Através desses follow ups, você melhora o posicionamento do seu negócio à medida que aumenta a consideração do cliente pela marca e como ela é percebida.

 

3. Seja verdadeiro em sua palavra

Cumprir com o que promete é o mínimo de postura que se espera de uma empresa séria e focada no cliente. Para o cliente, isso é percebido como qualidade de atendimento, deixando-o mais seguro quando usa a transparência. Certifique-se sempre, portanto, de que o produto ou serviço cumprirá o que foi prometido e atenderá ao máximo as exigências do cliente. Nada de mudar sua fala para agradar sem ter certeza do que está dizendo, só para o cliente comprar, pois isso é sinal de fracasso na certa.

Honestidade pode definir a sua marca. Lembre-se que todas as atitudes definirão a imagem que os cliente têm de sua empresa.

 

4. Comemore com seus clientes

Uma das formas de aproximar sua empresa dos clientes é através da humanização e personalização. Portanto, tenha uma lista das datas especiais e aniversários e não deixe de entrar em contato com seus clientes nessas datas. Mostre que você se lembra dele e que ele é especial para você.

Todo mundo gosta de se sentir importante. Inclusive, você pode oferecer mimos e descontos em datas específicas, além da mensagem carinhosa. Mostre que você está atento ao bem estar de cada cliente.

 

5. Seja relevante

Somos bombardeados de informações diariamente nas redes sociais, emails, etc. Então, o que você vai transmitir para seu cliente precisa ser relevante, ou correrá o risco de se tornar apenas mais uma comunicação. Importante ressaltar que vendas não se fazem apenas com propagandas cansativas e recorrentes.

Pelo contrário, o que vai fazer com que o seu cliente fixe sua marca e lembre-se de você são conteúdos de qualidade e até exclusivos que você pode oferecer. Uma alternativa é buscar investir em estratégias de marketing de conteúdo, ou seja, produção de material educativo de qualidade, com assuntos que tenham a ver com seu negócio e façam sentido para seu cliente.

Isso pode incluir vídeos, blogs, postagens em redes sociais, tudo para alavancar o nome de sua marca.

Isso aumenta o tráfego nas páginas da sua empresa, e fará com que o cliente seja cativado.

 

6. Cliente gosta de exclusividade

Não é só vender um produto. Hoje, os clientes mais do que nunca querem participar de uma experiência que os leve a ter altos índices de satisfação. Para isso, você precisa ter seu mindset alterado e pensar em começar a oferecer vantagens exclusivas que façam seu cliente sentir-se único.

Isso se aplica a quem já é cliente, e não a novos. Trata-se de uma forma de fidelização. Algumas das alternativas incluem descontos progressivos, divulgação de lançamentos primeiro a quem já é cliente, ofertas especiais, convites para eventos, etc.

Toda vez que você pensar em uma ação como essa, lembre-se que é um prazer para o cliente sentir-se parte de um grupo seleto.

 

7. Equipe treinada

Sua equipe precisa estar na “mesma página” da cultura da empresa para que o cliente perceba que todos o tratam como único. Essa tratativa e consideração não pode vir apenas do dono, e sim de todos. Sua equipe é peça essencial para o sucesso do pós-vendas, desde que sejam bem treinados para isso.

Quando o time todo estiver pronto para cativar o cliente com atendimento de sucesso, sua empresa verá os benefícios de investir em pós-vendas e na fidelização.

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