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terça-feira, 23 de novembro de 2021

Como criar uma identidade visual para sua assistência técnica

Quando um empreendedor pensa em estratégias de marketing, a primeira coisa que precisa levar em conta é a comunicação corporativa, e uma das vertentes da comunicação é a identidade visual.

Essa identidade atrai relevância e visibilidade e ajuda a marca a se fortalecer no mercado, tornando-se mais relevante. Mas esse processo vai além da criação do logotipo, é preciso planejamento.

Neste artigo vamos mostrar tudo o que você precisa saber sobre identidade visual.

 

O que é?

Identidade visual vai além do simples logotipo de uma empresa. O logotipo é parte da identidade visual, mas não é apenas isso.

A identidade visual de uma empresa pode ser definida como um conjunto de itens de design que engloba logotipo, grafismos, tipografia, imagens e cores, além de aspectos como valores, princípios e sensações que são transmitidos através dos materiais de comunicação.

Junta-se todos esses elementos e tem-se um manual de marca e identidade visual, que é um documento responsável por nortear os designers que aplicarão a marca nos diversos materiais, sejam eles físicos ou virtuais.

 

Importância

A sua identidade visual é o que vai gerar a primeira impressão no público. É através dela que os seus clientes (e futuros clientes) irão entender os valores de sua marca, a mensagem que querem passar e até a personalidade da organização. Ter uma identidade bem desenvolvida pode ser a segurança de sua marca.

Quando uma marca é famosa, as pessoas a reconhecem apenas pela logo. Assim como acontece com o tipo de comunicação que grandes empresas usam.

O público se conecta com uma identidade visual bem trabalhada.

Ao construir a sua identidade visual, é preciso ter alguns cuidados e levar em conta não apenas a parte estética, mas o que sua empresa traz de diferencial para a segmentação em que atua.

 

Diferença entre identidade visual, marca e branding

Apesar de estarem na mesma linha, esses três elementos são distintos. Trouxemos a definição de cada um para ajudar a dissociar os nomes.

1. Identidade visual

São todos os elementos visuais que acompanham uma empresa, produto ou mesmo serviço. Eles que em geral trazem as cores e fontes da marca e de todos os conteúdos de comunicação, ícones, texturas logo, etc.

 

2. Marca

Algumas vertentes consideram a marca como basicamente o logotipo da empresa. Mas podemos dizer, num sentido mais amplo, que a marca é tudo o que representa uma empresa.

Podemos dizer que, agregado à marca está o nome da organização ou do produto, seus valores e cultura, a missão e até mesmo a forma como atende aos clientes . E, claro, sua identidade visual.

 

3. Branding

O branding é o conjunto de estratégias desenvolvidas para consolidação, desenvolvimento e crescimento da marca, englobados pela personalidade e postura da empresa e como ela é vista pelos clientes.

Ele tem como objetivo despertar emoções que sejam direcionadas positivamente para atrair o público que se deseja atingir. Se for bem elaborado, pode ajudar a marca a ser cada vez mais bem vista e respeitada.

 

Critérios a serem levados em conta

Entenda que a criação de uma identidade visual sempre precisa ser feita por um profissional que seja experiente e que use recursos alinhados com a sua empresa. Não tente economizar achando que existem milagres, pois o barato pode sair caro. Nesse momento o ideal é ser exclusivo, e não apenas mais um.

Esse profissional fará uma análise bem criteriosa da sua empresa antes de começar o trabalho, entendendo a cultura organizacional e os seus objetivos, e então tentará traduzir tudo em imagens.

Outro estudo que é importante refere-se ao público-alvo, pois a sua identidade precisa causar uma boa impressão a quem a enxerga.

 

Como uma agência pode ajudar?

Uma agência de comunicação especializada é a melhor maneira de garantir que será feito um trabalho de qualidade na sua empresa. Eles possuem profissionais qualificados para desenvolver cada etapa de um projeto de criação de identidade visual.

 

As agências costumam seguir alguns passos desse processo:

1. Briefing

Essa é a primeira etapa, onde é feito um levantamento dos dados da empresa e imersão na cultura, para conhecer seus valores e objetivos. Importante, portanto, que seja acompanhado por quem toma as decisões da empresa. Os profissionais buscarão informações sobre público-alvo, o que a marca oferece, concorrentes e diferenciais, entre outros.

 

2. Personas

Personas são personagens que representam os clientes reais de sua empresa. É importante ter essa definição para saber como direcionar as estratégias de marketing da melhor maneira possível.

3. Brainstorming

Essa é uma reunião feita entre a agência que tem como objetivo criar soluções para o desenvolvimento da identidade visual do cliente. É quando toda a criatividade é usada para lançar todo tipo de sugestão, a princípio sem nenhuma restrição. Depois é feito um filtro para concatenar as ideias e separar as que melhor irão se encaixar.

 

4. Definindo estilo, cores e fontes

Depois de tantas ideias, começa o momento de colocá-las no papel. Os designers irão estudar o que foi definido para começar a desenvolver o logotipo, definindo cores e estilos que utilizarão na marca.

A tipografia, depois de definida, deverá ser usada também em todos os materiais que forem desenvolvidos.

As cores são escolhidas pelo que representam, com base em estudos.

 

5. Manual de identidade visual

Essa é a última etapa do processo. O manual precisará conter as informações detalhadas e descritivas de como a marca deve ser aplicada em qualquer peça gráfica.

As cores possuem códigos específicos, as fontes também precisam ser seguidas e existem até tamanhos padrão.

Todas as orientações precisarão estar neste documento.

 

Identidade visual e branding

É de suma importância que a identidade visual esteja de acordo com a branding estabelecida pela empresa. Assim evitam-se conflitos de posicionamento, o que é contrário ao crescimento da marca.

Caso a sua empresa ainda não tenha um branding, a agência pode desenvolver junto com o trabalho de identidade visual.

Uma identidade visual bem definida e aplicada é importante para que as empresa passem uma excelente imagem aos consumidores e conquistem uma boa reputação, portanto, faça esse investimento.

 

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segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Dicas para sua assistência técnica ser um sucesso na Black Friday

Não importa qual o tamanho de sua assistência técnica, e qual seu público, a Black Friday com certeza é uma ótima oportunidade para alavancar as vendas e melhorar os resultados do seu negócio.

Mas não basta querer participar, é preciso planejamento. Por isso, separamos algumas dicas para te ajudar a aproveitar o que a Black Friday tem a oferecer:

1. Tenha metas

Você precisa definir o que será ter sucesso na Black Friday para você. Pode ser aumentar vendas, zerar o estoque, trazer alguns clientes de volta, etc.

É importante traçar metas do que deseja alcançar com as ações que irá planejar.

Avalie as necessidades da sua empresa e trace estratégias para que tenha a melhor campanha na Black Friday.

 

2. Escolha os canais certos

O mundo moderno possibilita cada vez mais canais de venda à disposição, como loja física, virtual, whatsapp, redes sociais, etc. Mas nem todos precisam necessariamente ser usados e fazer sentido para sua empresa.

Cada um dos canais que existem no mercado representam um comportamento de compra. É preciso olhar para sua empresa e conhecer o seu cliente e o que mais irá se adequar ao seu público e seu portfólio.

Após essa análise, você conseguirá entender quais os canais que melhor funcionam para sua empresa e clientes.

 

3. Os benefícios dos marketplaces

Há várias plataformas de marketplaces disponíveis no mercado hoje, e elas, apesar de requererem estratégias, podem trazer vantagens para alguns tipos de empresas.

Se você, por exemplo, ainda não possui uma loja virtual, essa pode ser uma boa escolha para começar, ou mesmo pode ser usada para melhorar e aumentar a visibilidade do que sua empresa já oferece.

Então, comece separando uma listagem de quais marketplaces atuam no segmento da sua assistência técnica, para encontrar os que são mais adequados ao que você oferece.

Pesquise sobre a reputação das plataformas e entenda o funcionamento de cada uma.

Esses canais, em geral, demandam atenção e agilidade, mas eles podem trazer bons resultados.

 

4. Invista na sua loja online

As vendas online podem representar um volume expressivo de vendas em datas como a Black Friday, também aumentando o número de acessos simultâneos.

Se você tem uma loja online, é o momento de investir nela, testá-la e garantir que tudo funcionará perfeitamente quando sua campanha começar, para evitar perda de vendas.

Além disso, tenha certeza que os produtos à venda possuem informações detalhadas, que as fotos estão boas e o layout adequado e de fácil navegação.

O gateway de pagamento também precisa estar funcionando perfeitamente para evitar transtornos, pois muitos clientes desistem da compra se encontram dificuldades.

 

5. Pense na experiência do cliente

O segredo para qualquer negócio ter sucesso é garantir a experiência positiva do cliente. A Black Friday é um momento que pode ser chave para essa avaliação que o cliente fará da sua assistência técnica, pois ela pode representar a fidelização de antigos clientes ou mesmo a conquista de novos, e garantir que eles tenham a melhor experiência faz com que retornem em outros momentos.

Além dos preços, promoções e condições, é importante que o cliente tenha um atendimento de qualidade e excelência, mesmo que haja aumento expressivo da sua demanda.

Atente-se também ao pós venda, pois a Black Friday pode perdurar para além da data em si. Assim, a chance de fidelizar os clientes e ganhar confiança na marca aumenta.

Conte sempre com o Online OS para ajudar sua empresa a crescer e simplificar sua vida.

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Dicas de como bater metas de vendas em sua assistência técnica

Todo empreendedor que trabalha com vendas sonha em atingir – e ultrapassar – as suas metas de vendas. Para isso, além da experiência, é preciso ter uma estratégia de vendas que seja eficiente e um bom relacionamento de seus clientes com a sua marca.

Conhecer o seu público e entender exatamente suas dores faz parte fundamental da experiência necessária para vender mais e melhor.

Neste artigo vamos mostrar algumas dicas para te ajudar a bater metas de vendas.

 

1. Planejamento

Mantenha o seu foco! Para isso, planejar sua rotina é fundamental. Assim, você conseguirá trabalhar no que realmente importa para atingir os seus objetivos.

Trace horários para cada tarefa dentro de seu dia e as execute como planejado, assim, você verá como terá tempo para tudo e fará as tarefas de maneira mais organizada, desde um papo com colaboradores até envio de e-mails.

 

2. Cuidado com as distrações

Distrações são ótimas para atrasar o atingimento de metas. Tenha concentração no seu objetivo e não se perca no meio do caminho com o que não estava em seu planejamento.
Evite também a procrastinação, colocando algumas ações em prática:

  • Organize sua agenda
  • Saiba os motivos que te fazem perder o foco para evitá-los
  • Divida metas maiores em tarefas menores
  • Defina um cronograma
  • Tenha metas alcançáveis
  • Disciplina sempre
  • Tenha controle emocional
  • Aprenda a terceirizar
  • Use ferramentas de gestão de tempo

 

3. Seja otimista

Uma pessoa negativa, que coloca empecilho em tudo é a maior sabotadora dos próprios objetivos. Quando você não confia no produto ou serviço que oferece, os clientes percebem, e perde-se a oportunidade de criar um laço fundamental para fechar a venda.

Por isso, procure ao máximo trazer otimismo para o seu dia a dia, assim você também se motiva e motiva os outros a serem mais confiantes na rotina e nas metas.

 

4. Senso de urgência

É importante saber criar um senso de urgência em muitas situações. Mas lembre-se que, para o seu cliente, trabalhar com essa abordagem na hora da venda precisa ser algo feito com clareza e sinceridade, pois os clientes percebem se o vendedor não estiver falando a verdade.

 

5. Atendimento de qualidade

Atingir a meta é importante, mas não pode ser a qualquer custo. É preciso ter foco na excelência do serviço e atendimento ao cliente, pois isso certamente irá facilitar a chegada aos objetivos.

Tenha sempre em mente a importância do cliente e de oferecer um serviço de qualidade para a manutenção do relacionamento.

Saiba exatamente do que ele gosta e precisa, desenvolva um script de vendas e use a linguagem apreciada pelo público. Faça a venda personalizada, entendendo cada demanda.

Importante que os colaboradores sejam sempre treinados para ter excelência.

 

6. Tente abordagens diferentes

Não seja tão previsível nas suas abordagens aos clientes. Experimente abordagens em momentos diferentes, entendendo o melhor momento para o seu cliente, onde ele estará mais disponível para realmente ouvir o que sua empresa tem a dizer.

Além de alternar horários, experimente também variar os canais de comunicação, sempre dentro do que o cliente prefere. Por isso é tão importante conhecer o perfil de cada cliente e saber o que melhor se ajusta em cada caso.

 

7. Rede de contatos

Tenha foco na conexão com as pessoas certas para atingir suas metas. Mas não esqueça que pessoas secundárias também podem ajudar na ampliação da sua rede de contatos. Expanda os tipos de pessoas das quais você se aproxima, participe de eventos e invista no networking, sempre focando sua atenção no cliente final e no que deseja ampliar.

 

8. Elimine os gargalos

Importante entender os gargalos que atrapalham a sua produtividade e, como consequência, impedem que você chegue nos seus objetivos.

Ao identificá-los, fica mais fácil criar planos de ação que os eliminem ou pelo menos minimizem a ação negativa.

Faça uma auditoria da sua operação, trace fluxos e analise cada um dos pontos envolvidos para chegar nos fatores determinantes de sucesso e de melhoria. Depois, trabalhe nas ações corretivas.

 

9. Faça uso do marketing digital

Cada dia mais as estratégias de marketing digital têm ganhado espaço e crescido muito. O consumidor cada vez mais muda o seu comportamento e é preciso adaptar-se às tendências. Invista em um bom site institucional, com blog que gere conteúdo de qualidade e não apenas invista em querer vender. Isso se chama marketing de conteúdo e é muito bem visto aos olhos dos clientes.

Esteja presente também nas redes sociais em que seu público está, criando interações e conteúdos que despertem o interesse, lembrando de não se preocupar somente em divulgar seus produtos e serviços, mas em mostrar interações diversificadas.

 

10. Vá além do preço

Existe uma grande diferença entre valor e preço. Valor é a percepção que o cliente tem daquilo que está sendo ofertado, quando vê benefícios, qualidade e exclusividade no que a marca oferece. Quando ele chega a uma equação positiva de valor, o preço torna-se menos relevante na tomada de decisão.

Existem vários fatores que influenciam a percepção positiva do cliente, como experiências pessoais, expectativas, tendências mercadológicas, informações prévias de outros consumidores, entre outros. E, claro, existe uma participação ativa do vendedor em cada caso.

Por isso, promova sempre valor agregado àquilo que você está oferecendo, não apenas limitando-se às características do item.
Algumas dicas para trabalhar o valor:

  • não ache que você conhece o real motivo do cliente escolher sua marca, mas procure chegar o mais perto de conhecê-lo
  • trabalhe o relacionamento com o cliente para estabelecer confiança
  • não importa qual a justificativa do cliente para a compra
  • o cliente precisa achar sempre que aquela venda é uma oportunidade única, crie valor

Através da percepção positiva que vai sendo criada entre seus clientes, a sua marca vai ganhando mais força e sua empresa constrói uma rede positiva de clientes satisfeitos.

 

11. Avaliação sempre

Não adianta traçar um plano e deixá-lo sempre imutável. Faça avaliações diárias das metas estabelecidas, bem como do trajeto para se chegar nelas, avaliando também em determinados períodos como semanal ou mensalmente, mensurando resultados e corrigindo falhas.
Para bater metas é preciso muito foco, planejamento e comprometimento com os resultados.

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terça-feira, 9 de novembro de 2021

O que é e para que serve a DANFE

Toda empresa em operação envolve muitas práticas e situações que precisam ser de conhecimento dos gestores e empreendedores. Um dos temas importantes que o empresário precisa dominar é a questão financeira e tributária.

Algumas siglas, como a DANFE, precisam ser de conhecimento, pois são muito utilizadas em empresas de diversos setores.

Neste artigo vamos abordar as principais informações acerca da DANFE, um dos documentos essenciais da gestão tributária, trazendo tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

 

Definição

DANFE é uma sigla que significa Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica e trata-se de um documento eletrônico, com códigos que são legíveis apenas por computador e que é um modelo resumido e moderno da nota fiscal.

Ele traz as informações que constam na nota fiscal eletrônica de maneira resumida, mas não a substitui.

Esse documento é um facilitador na consulta por uma NF-e (nota fiscal eletrônica), pois ele contém uma chave numérica com 44 dígitos que permitem que o comprador consulte a situação de sua nota fiscal.

 

Para que serve?

A princípio, a criação do DANFE deu-se para que acompanhasse os produtos no transporte até o destinatário, para ajudar aos órgãos fiscalizadores a consulta de informações. Ele basicamente simplificaria os dados contidos na nota fiscal eletrônica e facilitaria a consulta.

Hoje, o DANFE tem como função auxiliar qualquer consulta a NF-e, bem como a sua regularidade como documento fiscal.

Quem recebe mercadorias se beneficia do DANFE, pois ele pode demonstrar que a NF-e não está regularizada na Receita Federal e existe risco na legalidade dos produtos ou CNPJ daquele documento.

Além de ser usado para a comprovação de veracidade da nota fiscal eletrônica ele também atua no auxílio da escrituração de operações efetuadas pela NF-e, no caso de um receptor não ser o responsável por sua emissão.

O DANFE ajuda as empresas que ainda não trabalham com a nota fiscal eletrônica a registrar as suas operações de forma prática e segura.

E ele também pode ser usado como comprovante de entrega de uma mercadoria, pois pode ser usado para obter a assinatura do recebedor dos produtos.

 

Elementos que compõem o DANFE

O DANFE, como qualquer outro documento, precisa conter alguns elementos importantes para validação.

Em primeiro lugar, o elemento principal é a chave de 44 dígitos, que permite a leitura eletrônica do documento por um computador.

Ele precisa estar escrito numericamente e representado por um código de barras.

É necessário também que estejam descritas a data e hora de saída da mercadoria, placa do veículo da transportadora, natureza da operação e detalhamento do que está sendo transportado.

Para a impressão deve ser usado papel sulfite com tamanho mínimo de A4 e máximo de tipo ofício.
A

empresa pode adicionar outras informações, desde que as básicas não sejam prejudicadas, bem como a leitura do código.

Lembre-se que você pode adicionar a sua logotipo no DANFE, mas o layout do documento precisa seguir um padrão.

Para saber qual layout seguir, você deve acessar o Manual de Integração do Contribuinte, que está à disposição no Portal da Nota Fiscal Eletrônica.

O DANFE pode ser emitido em mais de uma folha, se necessário, mas nesse caso, todas as páginas devem conter os dados do emitente, a frase DANFE – Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica -, o número e a série da NF-e e ainda qual a origem da operação, quantidade de

folhas, chave de acesso e código de barras.

 

Como emitir

A emissão do DANFE é recomendada pelo Ministério da Fazenda com uso pelo mesmo sistema utilizado para emitir a nota fiscal eletrônica, por não poder haver divergências nos documentos.

A operação é simples pois é necessário apenas configurar o sistema para essa emissão. Existem alguns softwares que também permitem que o DANFE e a NF-e sejam emitidos pela ferramenta.

O ideal é que a mesma pessoa que emitir a NF-e faça a emissão do DANFE, para evitar erros.

 

Dúvidas frequentes

Muitos empreendedores têm dúvidas em relação à emissão e trabalho com DANFE.

Uma das dúvidas é em relação à necessidade de guardar o canhoto de comprovação da operação. Como o DANFE tem finalidade comercial, não fiscal, ele deve ser destacado e armazenado em caso de auditoria externa ou fiscalização.

Caso haja extravio do documento durante o transporte, ele pode ser reemitido e encaminhada cópia à transportadora, mas caso a mercadoria já tenha sido entregue, não é necessário reimprimir.

Sobre o DANFE como documento fiscal, esclarecemos que o DANFE não possui validade fiscal e não substitui a nota fiscal eletrônica correspondente.

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quinta-feira, 7 de outubro de 2021

Perdas de estoque: saiba por quê e como evitar

Toda empresa que atua no setor varejista sabe que parte essencial para o sucesso do negócio é o correto gerenciamento do estoque. O estoque pode interferir diretamente na precificação e até na satisfação do cliente.

Ao fazer o cálculo correto e acompanhamento do estoque, as empresas conseguem otimizar o retorno do investimento e evitar perdas.

Estratégias eficientes de gerenciamento de estoque garante para as empresas que os seus produtos estarão sempre disponíveis para satisfazer as necessidades de seus clientes, sem impactar nos custos com desperdícios.

 

Como as perdas impactam o negócio

A falta de produtos pode acarretar em redução de vendas e perdas financeiras, além de passar uma má imagem ao consumidor. O mau gerenciamento de estoque pode deixar de prever essas faltas.

Em qualquer momento da operação pode acontecer de faltarem produtos, e isso pode se dever a falta de controle de inventário, práticas erradas no recebimento de mercadorias, armazenagem e manuseio de produtos.

Uma boa gestão, aliada a uma comunicação efetiva ajuda a prevenir esse tipo de situação. Além disso, a gestão eficiente garante que sua loja estará sempre abastecida, previne perdas de estoque e prejuízos e garante o melhor retorno dos investimentos.

Ao evitar os desperdícios você melhora a situação financeira da sua empresa e consegue ganhar mais dinheiro com vendas melhores.

Neste artigo selecionamos algumas dicas que vão ajudar a sua empresa a melhorar os processos de gestão de estoque para evitar perdas e maximizar lucros.

 

1. Processos e treinamento

Garanta que seu time estará sempre bem treinado e poderá seguir processos claros e bem definidos. Um time que está apto e comprometido é a chave para que sua gestão seja mais fácil.

Os processos precisam ser desenhados e bem definidos, assim você e seu time poderão atuar em prevenção de perdas. Essa padronização também é importante para casos de produtos perecíveis, perto do vencimento, entre outros.

Tenha uma boa política de controle e verá como ficará mais fácil a sua gestão.

 

2. Compras

Um estoque com excessos pode significar perda de produtos e consequentemente, de dinheiro. Especialmente com produtos que tenham prazo de validade. Por isso é tão importante que as informações acerca do estoque estejam integradas com outras áreas da empresa, especialmente com a área de vendas. Assim você poderá garantir quantidades adequadas de produtos sem desperdício.

Os responsáveis por compras precisam estar atentos nos processos para evitar perdas de produtos e vendas, por isso é essencial uma política sólida de controle.

 

3. Recebimentos

Assim que os produtos são entregues à sua empresa já deve começar o cuidado com perdas. Checar as informações importantes como validade, quantidade e estado de conservação é importante no momento do recebimento.

A armazenagem e distribuição precisarão ser levadas em conta com base nas informações de cada produto no recebimento.

 

4. PVPS

PVPS é a sigla para “primeiro que vence é o primeiro que sai”. Com base na validade dos itens o varejista deve definir práticas para impulsionar vendas de itens que estejam próximos do vencimento e a reposição após as vendas, expondo de forma otimizada os produtos que vencem primeiro para serem vendidos antes.

Há casos em que pode ser necessário baixar os preços para que os produtos saiam mais rápido, mas é melhor reduzir a margem do que ter perdas.

 

5. Rotatividade dos produtos

É importante conhecer profundamente os produtos à venda em sua loja. Não necessariamente saber todos os itens que estão à venda, mas conhecer os fluxos de rotatividade dos produtos, analisando dados.

Com o recolhimento de dados sobre venda e rotatividade, é possível estabelecer indicadores, saber o ritmo de saída de cada produto e entender quais itens estão tendo mais ou pouca saída. Com isso, você conseguirá tomar melhores decisões e planejar estratégias mais assertivas de venda.

 

6. Conheça as perdas

Há muitas situações em que torna-se inevitável a perda de estoque. Por isso, sempre que ocorrer, documente essas perdas, procurando encontrar padrões para análise e para evitar que ocorra, novamente. Por isso é tão importante que sua equipe esteja treinada para identificar os casos de perda de produtos com controles rígidos do ciclo de vida de cada mercadoria.

 

7. Inventário

Faça regularmente inventários de seus produtos, garantindo que as informações físicas (estoque) sejam consolidadas com as virtuais, usando um bom sistema de gestão.

O controle regular do estoque é uma ferramenta de prevenção de perdas, inclusive em caso de extravios ou mesmo furtos. A detecção e documentação de ocorrências atípicas no inventário ajuda na segurança do estoque, ao serem traçadas estratégias de mitigação.

 

8. Gestão integrada

Ao gerir o seu estoque você está, basicamente, gerindo uma cadeia de processos. Por isso, para que esses processos sejam cumpridos de forma mais fácil e com pouca chance de erro, é necessário usar um sistema de gestão integrada em sua empresa. Esse sistema, além de conter detalhes de suas operações de forma completa, ainda é integrado com outras áreas importantes e gera relatórios para análises que facilitam a gestão e otimizam os resultados.

Procure um sistema que atenda às suas necessidades e seja fácil de usar junto a seus colaboradores, como o Online OS. Com ele, toda sua operação ficará mais fácil e você poderá tomar melhores decisões. Se ainda não conhece, clique aqui e teste grátis hoje mesmo.

 

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Como fazer uma proposta comercial passo a passo

Montar uma proposta comercial pode ser um desafio para qualquer empresa. Esse documento emitido no ato da negociação é o responsável por converter o cliente, por isso é tão importante.

A proposta precisa conter todas as informações essenciais para uma tomada de decisão, ao mesmo tempo em que precisa ser objetiva e clara, adaptando-se a cada cliente.

Neste artigo vamos mostrar o passo a passo para desenvolver propostas comerciais de sucesso.

 

Conceito

A proposta comercial nada mais é do que um documento desenvolvido pelo vendedor com os detalhes da negociação, cujo destinatário é o comprador potencial. Em geral, a proposta está inserida em um sistema e é um dos últimos passos antes de concretizar o negócio.

Este documento pode variar de formato, mas sempre visa persuadir o cliente.

Na proposta é onde são descritos os serviços e produtos englobados na venda que está sendo negociada. É como você vai convencer o seu cliente de que oferece o melhor para ele.

Elas são adaptáveis para cada tipo de negócio e cliente, e totalmente alteráveis de acordo com a necessidade em cada momento.

Existem alguns padrões em propostas comerciais, mas elas são sempre diferentes umas das outras.

 

Desenvolvimento

A criação da proposta comercial precisa ser personalizada, sempre adaptada às necessidades do seu cliente. Ela deve conter também um bom layout e as particularidades da empresa.

Existem alguns itens comuns que em geral estão contidos nas propostas comerciais:

  • Informações da empresa
  • Quais problemas serão solucionados de acordo com o que o cliente precisa
  • Valores e processos envolvidos
  • Demais observações acerca da proposta

A partir desses elementos, a empresa pode personalizar as informações que estão contidas no documento, desde que atente-se para os padrões de modo a não desqualificar a proposta.

Vamos ver um passo a passo para desenvolver uma proposta comercial:

 

1. Objetivo

O objetivo de cada proposta é único, pois vai de encontro com o que cada cliente precisa naquele momento. Todos os processos dependem desse objetivo, então seja o mais específico possível para atender seu cliente de forma que ele queira fechar a venda.

 

2. O cliente

Você precisa conhecer o seu cliente para saber melhor seus hábitos de compra e o que melhor se encaixa em sua necessidade. Sabendo o que lhe interessa, você será capaz de focar no que ele precisa e atendê-lo com mais chance de sucesso.

Da mesma forma, apresentar uma proposta sucinta e com apenas as informações importantes, fácil de ler e assimilar, garante melhor entendimento.

Lembre-se que o cliente receberá propostas de outras empresas, e a sua precisa ser interessante.

 

3. Formato

Uma proposta comercial não necessariamente é um documento impresso. Há vários tipos de conteúdo que podem suprir a sua necessidade. Ela pode ser em formato de apresentação de slides, áudios, mensagens de Whatsapp, etc. Tudo vai depender do que o cliente espera e precisa. Então mais uma vez aqui entra a importância de conhecer seu cliente.

 

4. Conteúdo

A parte mais importante da sua proposta, não importa o formato escolhido, será o conteúdo. Não apenas ele deve ser bem escrito, como precisará conter as informações essenciais para uma venda de sucesso. Coloque ordem na mensagem, estruturando-a de acordo com as prioridades. Defina aquilo que o cliente quer e precisa ouvir e coloque os pontos relevantes para lhe chamar a atenção.

 

5. Follow up

É muito importante que o cliente saiba qual ação tomar após a aprovação ou não da proposta comercial. Sempre, ao finalizar o conteúdo, deixe claro para ele o que espera que ele faça. Se deve ligar para alguém, agendar uma reunião (nesse caso já deixe horários disponíveis), etc.

Deixe bem claros os contatos que podem ser utilizados para que não haja nenhum empecilho no fechamento da venda.

 

O que é essencial em uma proposta?

Existem elementos que não podem faltar em uma proposta comercial. Vamos ver quais são.

 

1. Capa

Mais do que um detalhe para chamar a atenção, uma capa bonita tem o objetivo de introduzir a empresa, apresentá-la ao comprador potencial, assim como apresentar o vendedor que está por trás daquele documento, uma forma humanizada que é valorizada pelos clientes.

 

2. Índice

O índice ajudará o seu cliente a encontrar facilmente a informação que deseja. Assim, ele poderá, em sua ordem, priorizar o que lhe atende primeiro, sabendo onde achar cada informação.

 

3. Introdução

A introdução é o resumo da proposta comercial. Ela explicita o objetivo e mostra como sua empresa pode ajudar o cliente. Também serve para incentivar a continuação da leitura, assim o cliente não abandona sua proposta sem ler.

 

4. Objetivos

Descreva os objetivos de forma direta. O cliente precisa, em pouco espaço, compreender a sua mensagem. Se ele percebe que seus objetivos estão de acordo com os de sua empresa, a chance de ele continuar é muito maior.

 

5. Metodologia

A metodologia são os processos que serão realizados e sua forma de contratação. É preciso deixar clara a forma de ser feito o pedido, dependendo da necessidade que sua proposta atende. Importante deixar bem claro e não gerar dúvida no cliente.

 

6. Escopo

Trata-se de uma versão abreviada do que está sendo oferecido. Nessa parte do documento descreve-se as funcionalidades do que está se oferecendo. Também precisa ser sucinto e direto ao ponto.

 

7. Cronograma

Tudo o que estiver relacionado a tempos e prazos fica no cronograma. Data de entrega de produtos, renovações de assinaturas, data de pagamento e datas das etapas de um processo.

 

8. Valores

É essencial ter discriminados valores em sua proposta, aqui você deve colocar o preço, formas de pagamento e qualquer outra informação relacionada que julgar importante.

 

9. Informações de sua empresa

Aqui é diferente da introdução. Nessa parte da proposta, detalhe seu negócio, e vale até usar depoimentos de clientes.

 

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sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Como melhorar o posicionamento de sua assistência técnica nas redes sociais

Para que uma empresa conquiste relevância no mercado, um dos fatores-chave é o posicionamento da marca. As marcas nos dias atuais têm sua própria personalidade e posicionamento, e cada uma acaba incorporando essa “forma de ser”.

Quanto mais humanizada uma marca se torna, mais ela se aproxima do seu público e conquista novos e fiéis clientes, melhorando seus resultados.

As redes sociais estão sendo cada vez mais usadas não apenas por pessoas, mas por empresas para se expressar e divulgar sua marca.

Nesse ínterim, é importante considerar que a forma com que as empresas se posicionam nas redes sociais influencia completamente como os consumidores a enxergam, o que se reflete em sua performance, por isso é imprescindível que sua imagem seja a melhor possível.

Neste artigo vamos falar de posicionamento de marca e mostrar algumas estratégias de marketing para aplicar.

 

Conceito

Posicionamento de marca é todo o trabalho feito pela empresa para influenciar a percepção dos consumidores em relação à marca.

É como se cria a imagem ideal de marca na mente dos consumidores, posicionando a marca da forma que melhor representa a empresa.

Esse posicionamento precisa de estratégias para dar certo, pois se não for tratado com seriedade, pode trazer percepções não tão boas.

 

Definição

Para definir qual será o seu posicionamento enquanto empresa, você precisa saber a fundo quem é sua persona (o típico consumidor) e suas dores (o que ele precisa), qual problema o seu produto ou serviço consegue resolver e quais são os seus diferenciais.

Entender quem é o seu cliente, como ele age e o que busca é o primeiro passo para saber como melhor influenciá-lo e o que ele espera de sua empresa quanto à marca.

Os problemas que você é capaz de solucionar é basicamente o que a empresa faz de melhor, sua essência, que ajudará os clientes e o motivo pelo qual eles o procuram.

O diferencial, por fim, é o que irá te destacar da concorrência e surpreender os consumidores.

Agora vamos às estratégias.

 

1. Escolha das redes sociais

Para escolher a rede social (ou mais de uma) que mais se encaixa no seu posicionamento, é preciso ressaltar que você precisa conhecer seu público e entender seus hábitos. Como ele age com cada rede social? Em qual há mais interação?

Essas são perguntas importantes a se responder. Uma estratégia bem feita só dará certo se também for aplicada no canal adequado.

 

2. Defina objetivos

Sua estratégia precisa ter um objetivo consolidado. Sem ele, fica mais difícil conseguir direcionar as suas ações para o posicionamento da sua marca. A personalidade da marca precisa estar fortemente presente em qualquer ação que for tomada, caso contrário, se não ficar claro para o público a mensagem que se quer passar, a estratégia pode ao invés de dar resultado, causar péssima impressão.

 

3. Linguagem adequada

Você já seguiu todos os passos anteriores e sabe onde se posicionar e como ter sucesso. Mas não é apenas isso. A forma de abordagem e a linguagem precisam estar aderentes ao público e à rede social usada.

Se o público é mais jovem, a abordagem é distinta de um público mais velho, por exemplo. Tudo depende do que o cliente espera e como ele o enxerga.

 

4. Crescimento de seguidores

Nas redes sociais uma audiência ampla aumenta a exposição da sua marca. Como há vários tipos de pessoas em cada rede social e nem todas serão seu público-alvo, é necessário construir ações que aumentem o número de seguidores que interagem e gostam da sua marca.

Para isso, seguem algumas dicas:

  • Tenha uma identidade visual única e fácil de ser lembrada
  • Use a abuse da produção de conteúdos virais
  • Deixe o público interagir e participar de decisões da marca
  • Poste com regularidade, programe postagens com frequência

 

5. Conteúdo personalizado

Seja original, produza seus próprios conteúdos para se destacar dos concorrentes. Trabalhe com posts que sempre mostrem os pontos fortes da marca e destaquem os seus diferenciais.

Assim sua empresa ganha destaque entre o público. Só não esqueça de que “forçar” vendas o tempo todo fica cansativo e tira o interesse, o ideal são conteúdos que ajudem e sejam relevantes.

 

6. Dê tempo para resultados

Nas redes sociais um conteúdo pode viralizar rapidamente, mas ainda assim é preciso tempo e paciência para que sua marca se consolide entre os consumidores.

O que chamamos de branding é uma estratégia de médio a longo prazo e precisa ser trabalhado constantemente, nunca como ação pontual.
Mantenha a sua estratégica e o foco, e lembre-se de sempre escutar os seus clientes, investindo no longo prazo.

E fique de olho nos resultados, para entender o que funciona ou não para você.

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Marketing boca a boca: O que é e como fazer para sua assistência técnica

O ser humano essencialmente vive através da comunicação. Estamos sempre em contato com outras pessoas, seja em nossa casa, no trabalho, pessoal ou virtualmente, com uso de vários tipos de aplicativos para essa finalidade.

Mas o ser humano não apenas conversa, ele emite opiniões pessoais sobre suas experiências, sejam elas boas ou ruins.

Portanto, marketing boca a boca nada mais é do que a troca de experiências entre consumidores acerca de produtos e serviços. Essa ferramenta pode ser aliada no posicionamento de sua marca.

Aqui, traremos dicas de como usar a seu favor o marketing boca a boca.

 

Conceito

A expressão marketing boca a boca vem da tradução de buzz marketing, e se originou nos Estados Unidos como alternativa às mídias massivas. Dessa forma, ao investir de investir altas somas em anúncios, ela ajuda a marca a espalhar sua mensagem através das experiências dos consumidores.

É uma forma pouco dispendiosa de aproveitar a natureza humana para fortalecer uma marca. Ela também permite atingir o público-alvo com precisão e tem o potencial de se espalhar com rapidez. Isso também pode se voltar contra a empresa, por isso é necessário cautela.

Algumas pessoas podem se perguntar se esse tipo de publicidade ainda funciona, mas basta olhar a internet para ver que cada vez mais as opiniões dos consumidores são levadas em conta.

Vamos ver algumas ações que você pode tomar para usar o marketing boca a boca na sua assistência técnica.

 

1. Pesquise

Faça pesquisas para entender o que o seu público está falando de você e o que os faz reagir positivamente (ou de forma negativa, o que também é importante). Esse é o primeiro passo a ser dado.

 

2. Planeje

A sua mensagem precisa estar clara e trabalhada corretamente para que seja repetida e espalhada. Saiba qual a melhor forma de abordar seu público (de que forma eles reagem melhor) e como vai passar essa mensagem que deseja que seja replicada.

 

3. Pratique

Para que a mensagem seja passada da forma que você deseja, é praticar aquilo que você deseja que seu cliente perceba e passe para frente. E precisa ser feito de forma que seja real e verificável, para não se tornar propaganda enganosa. Nesse ponto, as empresas precisam ter bastante responsabilidade para não reverter o que poderia ser um sucesso em algo desastroso.

 

4. Seja constante

Não adianta fazer uma boa ação e depois “esquecer” do público. Sua empresa precisa ser lembrada sempre, e não quando precisa de vendas e clientes em determinados momentos, pois isso pode transparecer para o público, fazendo-os reverter a propaganda para negativa.

Vantagens do boca a boca

 

1. É confiável

Pessoas tendem a confiar em pessoas mais do que em empresas. À medida que seus clientes espalham coisas boas a seu respeito, você pode conseguir o diferencial de mercado e atrair mais e mais clientes. Recomendações são mais prováveis de atrair consumidores do que um anúncio pura e simplesmente.

 

2. Pode ser direcionável

A tendência das pessoas é se comunicar com outras do mesmo círculo. Quando sua mensagem é bem direcionada para o público desejado, ela acaba atingindo potenciais clientes, que também se interessam pelo que você tem a oferecer.

 

3. É poderoso

Tempos atrás era uma tarefa mais fácil a de lidar com as massas. Mas com a internet e as redes sociais, todos os clientes e consumidores passaram a ter voz ativa e a conseguir espalhar sua opinião para mais pessoas em menos tempo.

 

4. É influente

Através do marketing boca a boca você pode ser capaz de acelerar o processo de compra dos clientes. Uma pessoa que vê a indicação de um amigo ou conhecido tem mais chance de virar um cliente em pouco tempo.

 

Dicas

Vamos dar agora algumas dicas que você pode usar e colocar em prática para atrair mais clientes para sua assistência técnica usando o marketing boca a boca.

 

1. Conteúdo viral

Sua mensagem precisa ser diferenciada e direto ao ponto para ser mais facilmente compartilhada. Use e abuse do audiovisual, vídeos costumam chamar a atenção e entreter, e quanto mais atenção chamar, mais curtidas e compartilhamentos sua empresa terá.

 

2. Relacionamento

Mantenha um relacionamento constante e positivo com seus clientes. Ofereça benefícios exclusivos, faça ações pontuais com seus clientes. Quando um cliente se sente valorizado, ele tende a ser mais fiel à empresa, compartilhando mais facilmente suas boas experiências.

 

3. Bom atendimento

De nada adianta sua propaganda ser excelente se o atendimento deixar a desejar. Fatalmente o cliente irá reclamar e repassar à frente sua insatisfação. Sua assistência técnica perde muito ao não investir em atendimento ao cliente. Lembre-se que o cliente repassa a sua propaganda se ele se sentir seguro no que está compartilhando e se a sua experiência for condizente, senão isso pode se virar contra você.

Treine seus funcionários e tenha um canal aberto para a opinião dos clientes. Assim a chance de ele falar direto a você algum eventual problema ao invés de ir nas redes sociais também é maior.

 

4. Foco na experiência do cliente

Para seu cliente se sentir bem atendido, lembre-se que cada atendimento precisa ser uma experiência. É preciso que seus funcionários estejam preparados para resolver problemas e responder questões.

Saiba do que o seu cliente gosta e personalize a sua experiência. Assim ele irá te recomendar positivamente.

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sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Como usar o whatsapp business para gerar vendas em sua assistência técnica

Nos dias atuais parece quase inconcebível uma empresa que não usa Whatsapp para se comunicar com os clientes. O uso do Whatsapp movimenta mais de 60 bilhões de mensagens diariamente, e esses aplicativos de mensagem possuem altas taxas de engajamento, chegando até 98% de mensagens abertas e lidas.

A ferramenta Whatsapp Business pode se tornar um canal de venda para sua empresa. O aplicativo é gratuito, o que aumenta as vantagens, e é muito fácil para enviar qualquer modelo de mensagem para os contatos, além de criar grupos, listas de transmissão, etc.

Este artigo trará dicas valiosas para que você consiga usar o Whatsapp a favor de suas vendas.

Comunicação ativa

Antes de mais nada, é importante ressaltar como ter uma comunicação ativa com seu cliente é um fator imprescindível para o sucesso do negócio. Um dos pilares para um relacionamento sadio é a comunicação, que funciona da mesma forma com seus clientes. Uma comunicação bem feita ajuda a deixar seu cliente sempre bem informado, facilitando seu acesso a ele.

Essa boa comunicação também pode trazer impactos positivos na lucratividade da sua assistência técnica ou empresa. Ao fidelizar clientes, você garante a continuidade da saúde do caixa, pois os clientes sempre voltarão e o indicarão.

 

Whatsapp Business

O Whatsapp Business tem algumas diferenças em relação ao comum. O Business tem uma proposta profissional, pois exige que se crie um perfil completo com todas as informações da empresa. Você pode estabelecer horários de atendimento, disponibilizar site e endereço físico da sua loja.

Ele também possui mais recursos, tudo para que sua empresa possa se comunicar melhor.

 

Dicas

Confira aqui dicas para converter mais vendas via Whatsapp.

1. Perfil

Tenha o cuidado de preencher todas as informações que a plataforma solicitar, sempre cuidando para que a grafia e pontuação estejam corretas.

Deixe todas as informações da empresa relevantes de fácil acesso ao seu cliente. Transforme seu perfil em um perfil vendedor.

 

2. Divulgue seu contato

Faça uso de suas redes sociais e site para divulgar o contato de Whatsapp. Para conseguir contatos de clientes, você pode fazer campanhas de desconto exclusivas para o canal, por exemplo. O importante é atrair o cliente para seu Whatsapp.

Se possível, coloque o link direto em seu Instagram e Facebook para fácil acesso.

 

3. Modelos de respostas

Criar modelos de respostas facilita o seu atendimento. O Whatsapp Business te permite configurar alguns atalhos para o atendimento ser mais fácil, deixando salvas respostas mais frequentes.

 

4. Listas de Transmissão

Fazer uma ação que abranja todos os seus clientes e envie mensagens de forma individual fica fácil usando listas de transmissão. Nela, a mesma mensagem é direcionada para todos os contatos cadastrados, facilitando muito a comunicação quando se trata de mensagens não personalizadas.

É importante lembrar que a pessoa só conseguirá receber mensagens se o número de sua loja estiver salvo no celular dela. Então, peça autorização para enviar e estimule o cliente a cadastrá-lo.

Não esqueça de mandar mensagens curtas e cordiais, pois nunca sabemos quem poderá encaminhá-las.

 

5. Etiquetas

O Whatsapp Business possui uma função de etiquetas para fácil identificação de mensagens. Com elas, você usa os marcadores para identificar os clientes da forma que deixar mais fácil sua visualização (exemplo: pagamento pendente, novo cliente, etc). Você pode adicionar novas etiquetas a qualquer momento.

 

6. Mensagens automáticas

Essa é outra funcionalidade do Business. Você pode criar mensagens automáticas para momentos de ausência e saudação para receber os clientes de forma educada.

 

7. Whatsapp Web

O Whatsapp web é uma forma fácil de responder os clientes. Digitar no celular pode nem sempre ser a melhor forma de manter a conversa.

Através dele você abre o Whatsapp em uma janela de seu navegador pelo computador, deixando o acompanhamento das conversas e envio de arquivos mais simples e rápido.

 

8. Ações de venda

Aproveite a sua lista de contatos para fazer ações aos seus clientes. Através das conversas você pode direcionar seu cliente para alguma promoção ou novidade e fazê-lo comprar de novo e com mais frequência. Você pode aproveitar e criar promoções que sejam exclusivas pelo canal.

 

9. Portfólio

Você pode criar um catálogo diretamente no Whatsapp Business. Apesar de não muito usada, ela tem um potencial para gerar mais vendas.

Você pode colocar imagens, valores e informações sobre os produtos, que podem ser acessados a qualquer momento, ajudando o cliente a decidir sua compra.

 

10. Cadastre qualquer telefone

O Whatsapp Business permite o cadastro de telefones fixos para uso. Basta digitar o telefone com DDD no momento do cadastro e confirmar o telefone através de uma ligação, inserindo o código informado.

Esperamos que essas dicas te ajudem a alavancar seu negócio!

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Qual a diferença entre rentabilidade e lucratividade?

Toda empresa tem como maior interesse saber o retorno efetivo que foi obtido com vendas e investimentos. Essa informação é importante para que haja um correto planejamento de crescimento da empresa, projetar caixa e conhecer a capacidade de liquidar dívidas.

E é nesse ínterim que costuma-se confundir os conceitos de lucratividade e rentabilidade, que são coisas diferentes, embora ambas importantes. Por exemplo, pode haver uma empresa que seja lucrativa, mas não rentável por erro de interpretação do gestor que não conhece as diferenças.

Nesse artigo vamos trazer as diferenças entre lucratividade e rentabilidade para ajudar você, gestor, a tomar melhores decisões de planejamento e conseguir precificar os produtos de maneira eficaz.

Conceitos

Lucratividade

A lucratividade é uma variável muito estimada pelas empresas. Ela tem como objetivo saber quanto se ganhou ou quanto pretende-se ganhar ao comercializar os produtos, tanto considerados em conjunto como em análise separada.

É uma métrica que ajuda a precificar o produto ou serviço, pois considera o preço de custo para determinar o preço a ser cobrado. Assim, o gestor pode definir a margem de lucro que deseja operar.

Existe uma fórmula para calcular a lucratividade:
Lucratividade = Lucro líquido X 100 / Receita Total

 

Rentabilidade

Existe, como já falamos, uma diferença expressiva entre lucratividade e rentabilidade. Isso significa que ambas precisam ser analisadas, e que o fazer com apenas uma das variantes não garante que a empresa está bem ou mal.

A rentabilidade procura fazer uma análise dos resultados da empresa sob outra ótica, que leva em conta custos (investimentos) sobre as atividades do negócio, ao contrário da lucratividade, cuja base é um percentual da receita total. Dessa forma, podemos descobrir quanto de nosso lucro líquido representa sobre o total de investimentos.

A fórmula da rentabilidade é:
Rentabilidade = Lucro líquido X 100 / Valor investido.

 

Lucratividade X Rentabilidade

Analisar a lucratividade da empresa traz muitas informações e análises sobre a saúde financeira do negócio. Dependendo do resultado obtido, você poderá perceber que sua empresa está operando com riscos. Por exemplo, você tem um produto cujo lucro sobre suas vendas seja de 90%. Mas avaliando todos os investimentos que são feitos, a rentabilidade é de 10%. É um risco grande estar com o negócio nesse patamar, pois caso haja qualquer mudança do mercado, seu lucro pode diminuir expressivamente, podendo ter que contrair dívidas.

Por isso, sempre analise a lucratividade em conjunto com a rentabilidade, para ter uma visão mais completa do negócio e saber onde tomar a melhor decisão.

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quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Dicas de como precificar um produto

Colocar preço em um produto é uma tarefa de suma importância para qualquer negócio. É o preço que gera atratividade, competitividade e lucratividade, e pode ser decisivo no sucesso da empresa.

Colocar o preço errado no seu produto ou serviço pode significar um grande risco, então, é necessário analisar o produto e levar em conta a precificação desde o início da colocação dele no mercado.

O preço para cada produto e serviço é estratégico para os negócios. Ele pode ser ajustado para melhorar o faturamento e maximizar vendas, melhorar a participação de mercado e conseguir reagir aos concorrentes.

 

Como precificar?

Colocar preço pode parecer simples, mas é necessário seguir alguns passos, pois o preço não pode fazer com que o cliente deixe de comprar, mas precisa dar lucro. Selecionamos alguns passos para ajudar nessa ação tão fundamental para garantir o equilíbrio.

 

1. Custo unitário

A primeira coisa a ser feita é saber exatamente qual o valor gasto para produzir ou adquirir cada unidade de cada produto. Essa é a primeira análise a ser feita.

 

2. Despesas

Depois de saber o custo por produto, é hora de analisar as despesas da empresa e definir quais gastos são fixos (aqueles pagos não importando o faturamento, como salários, por exemplo) e quais são variáveis (dependem do volume de vendas, como gasto de emissão de nota fiscal).

Ambos os tipos de despesa precisam se pagar com as vendas, mas há formas de fazer isso. Você pode:

1. Fazer a diluição de seus custos fixos no mix de produtos, atribuindo porcentagens diferentes de contribuição, para conseguir calcular quantos produtos de cada tipo são necessários serem vendidos para pagar a operação. Todo o restante é seu lucro.

2. Seu preço final estimado pode resultar em margem de contribuição. Ao deduzir o valor das despesas, o que restar é lucro líquido.

Lembre-se sempre de incluir o valor dos impostos nos cálculos.

 

3. Margem

Após a definição da margem mínima para a saúde de sua empresa, mantenha-se firme nela. Fique atento no momento de precificar, pois os valores precisam atingir a sua meta.

Caso algum dos seus itens dê prejuízo, está na hora de rever se vale a pena continuar vendendo, e em geral a resposta será não.

 

4. Markup e margem de lucro

Imprescindível conhecer os dois termos, que podem ser confundidos.

Markup é o seu lucro desejado, o percentual aplicado aos produtos, e Margem de Lucro é todo aquele valor que retorna ao seu caixa após o pagamento de todos os custos.

Depois de entender esses dois termos, fica mais fácil precificar.

 

5. Mercado

Não se baseie apenas em tabelas de preços do mercado. Pesquise de forma minuciosa os players de mercado, por quanto eles vendem, quem é o público alvo e quantidades. Conheça profundamente o ambiente em que atua, para ter mais segurança na hora de colocar seus preços.

É nessa pesquisa que você poderá comparar os seus preços e saber se está vendendo bem em relação ao concorrente, e programar seu estoque de forma mais eficaz.

Precificar não é uma tarefa simples, mas é a chave para ter um negócio de sucesso.

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terça-feira, 14 de setembro de 2021

Dicas para evitar inadimplência em sua assistência técnica

Todo mundo que trabalha com vendas parceladas, e esse é o caso da maioria das assistências técnicas, precisa lançar mão de alguns métodos para que seu índice de inadimplência seja baixo.

De acordo com a Serasa, temos hoje no Brasil cerca de 24,5% da população inadimplente, ou seja, isso contabiliza mais de 35 milhões de pessoas.

É preciso, portanto, que sua assistência técnica esteja bem estruturada e organizada, com todos os processos, especialmente os de contas a receber, alinhados e sendo cumpridos. O foco no cliente também é importante, equalizado com a quantidade de vendas realizadas.

Neste artigo, selecionamos cinco dicas para que você coloque em prática em sua assistência técnica e reduza o número de inadimplentes.

 

1. Usar um sistema de gestão

Organizar os dados financeiros de sua empresa de forma ordenada e fácil de analisar faz parte da gestão eficaz. Para tomar melhores decisões, é preciso que você conheça a saúde da sua empresa, para que o planejamento estratégico seja corretamente orientado.

Usando um bom sistema de gestão financeira, e que pode ser conectado a outros setores, te proporcionará um controle financeiro ideal, bem como acompanhamento de vendas, atendimento ao cliente e fluxo financeiro. O resultado é que sua assistência técnica ganhará mais segurança nos processos.

O Online OS oferece essa e outras soluções para sua assistência técnica. Clique aqui e conheça.

 

2. Ter um bom relacionamento com o cliente

Para entender o comportamento dos clientes, é preciso que você se relacione com eles. De maneira cordial, mande um lembrete antes do vencimento da parcela, aproveitando para dar alguma dica ou mesmo oferta. Assim, ele lembrará de sua assistência técnica e isso pode evitar que você tenha que cobrá-lo mais para frente.

 

3. Faça uma análise de crédito

Quando for vender a prazo ou parcelado, você pode solicitar referências bancárias, comerciais ou pessoais através do seu departamento de crédito, de modo a avaliar possíveis riscos no momento da venda.

Você pode usar o sistema da Serasa, que fornece dados estatísticos e identificam consumidores com maior ou menor probabilidade de ficarem inadimplentes.

 

4. Aplique penalidades

Chega um momento em que, infelizmente, você precisará recorrer a penalidades aos clientes que não efetuam os pagamentos no prazo correto. Você pode aplicar penalidades em parcelamento em atraso, como multas e juros.

Você pode fazer esse tipo de cobrança extra judicialmente ou de forma judicial, tudo deve ser analisado e depender da situação do cliente e dos valores em atraso.

 

5. Recorra a órgãos de proteção ao crédito

O seu cliente precisa estar ciente das consequências dos atrasos de pagamento no momento em que a compra for realizada. Uma dessas consequências pode ser o registro da inadimplência em órgãos que têm por finalidade proteger o crédito.

Essa transparência é importante para as relações comerciais entre sua assistência técnica e o cliente.

Há formas de conquistar um relacionamento financeiro saudável com o seu cliente, como por exemplo, oferecer vantagens para quitação antecipada, possuir métodos de pagamento acessíveis e claro, o monitoramento do comportamento de cada cliente.

Não esqueça de, periodicamente, analisar o financeiro da sua assistência técnica, para corrigir eventuais falhas.

Para finalizar, lembre-se que cobranças pejorativas ou que exponham o cliente é crime, então sua equipe precisa ter alguém qualificado para essa prática.

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quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Controle de estoque automatizado: saiba como fazer

A área de estoque é de muita importância para qualquer empresa, e a sua gestão influencia em vários departamentos, como compras, vendas e financeiro. É preciso, portanto, ter muito cuidado e olhar o estoque com carinho para evitar falhas e perdas.

O primeiro passo que você precisa tomar é deixar de controlar o estoque de forma manual. As planilhas dão uma margem de erro muito grande, então o ideal é automatizar seus processos.

Neste artigo vamos mostrar as dificuldades de não automatizar o estoque e mais informações importantes sobre o assunto.

 

Dificuldades do controle de estoque manual

Controlar seu estoque sem automatização torna a gestão complexa e passível de erros, já que tudo precisa ser feito de forma manual. Com isso, alguns pontos podem ocorrer, prejudicando seu negócio e até fazendo perder dinheiro.

Vamos ver os problemas mais comuns na gestão manual.

 

1. Falta ou excesso de produtos

Quando os registros de estoque são feitos em planilhas, sejam elas eletrônicas como Excel ou de papel, acompanhar todas as saídas e entradas torna-se um processo moroso e com tendência de grandes erros.

Torna-se difícil calcular e separar produtos, categorizando-os como deveriam, bem como fazendo a gestão a cada venda. Também fica complicado saber o tempo médio de um produto no estoque e quando precisa ser reposto.

A consequência é que você pode estar investindo em produtos com pouca saída ou mesmo deixando de adquirir um produto com muita saída. Excessos também não são bons, pois levam ao desperdício.

 

2. Erro no planejamento de vendas

O departamento de vendas, assim como o de compras, é diretamente afetado pelo estoque. Os profissionais de vendas precisam saber exatamente a quantidade de cada produto, e sem controlar a frequência de venda ou mesmo fazendo um controle na hora para baixar o estoque, fica difícil conseguir planejar vendas, pois não se tem um histórico confiável de quando o produto foi vendido e quantos ainda restam.

Assim, o controle manual dificulta o acompanhamento de sazonalidades e o direcionamento de campanhas de promoção, por exemplo.

 

3. Falta de controle e margem de erro

Essas são mais duas consequências de controlar o estoque manualmente. Perde-se muito tempo na inserção de dados e conferência de informações e consolidar todos os dados torna-se cada vez mais complexo, além de, como já citado, aumentar enormemente a chance de graves erros de contagem.

Se um erro é descoberto, gera retrabalho de correção, mas se demora-se para perceber, as consequências podem ser ainda piores.

Os estoques podem ser diferentes para venda e uso, por exemplo, e fazer a gestão de suas formas distintas sem automatizar também torna-se um grande desafio.

 

4. Custos

A partir do momento em que você tem processos menos eficientes, margem de erro e desperdício, sua operação acaba sendo bem mais custosa do que deveria, diminuindo sua margem de lucro. Além, é claro, das perdas de vendas que podem decorrer do atendimento precário ao cliente.

 

De que forma posso automatizar meu estoque?

Percebemos a importância da automatização para que a gestão do estoque seja mais profissional e confiável, para não perder vendas nem deixar itens obsoletos no estoque. Um bom sistema de gestão pode ajudar, inclusive, a desenvolver processos que possam ainda não ter sido implantados, facilitando a operação e otimizando lucros.

Portanto, você deve investir em um sistema de gestão que contemple atividades ligadas ao estoque (movimentação, expedição, conferência, estocagem, etc) e que, de preferência, integre-se aos outros setores da empresa.

Antes de mais nada, você precisa organizar sua operação para que as rotinas sejam uniformemente executadas e as tarefas facilitadas para quando o sistema for implantado.

Quando um processo é automatizado, você precisa desenhá-lo para que se torne um fluxo contínuo de atividades, visando poupar tempo, evitar erros, melhorar a produtividade e padronizar o trabalho. Toda a sua operação, consequentemente, torna-se mais eficiente.

Vamos mostrar um passo a passo para que você possa iniciar essa tarefa.

  • Identifique possíveis falhas através do mapeamento de todos os processos;
  • Então, elabore ações de melhoria que possam minimizar pontos fracos e otimizar as funções;
  • Implemente todas as ações que forem criadas;
  • Tenha um documento para formalização dos novos processos, com especificações detalhadas de realização de cada atividade, descrevendo tempo estimado e recursos necessários;
  • Faça um treinamento com seus colaboradores para que todos possam conhecer os novos processos e estejam cientes da importância das mudanças. Somente com colaboradores treinados os novos processos poderão funcionar de forma correta.

Depois que os seus processos estiverem ajustados, busque um software de gestão que possa ser incorporado às atividades da sua empresa.

Como já dissemos, opte por um sistema que não apenas ajude a controlar o estoque, mas que esteja interligado a todos os setores envolvidos, como o do Online OS. Clique aqui e faça seu teste gratuito.

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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

O que é o Custo de Aquisição do Cliente e como calcular?

Se você é empresário, sabe a importância de fazer campanhas de marketing na internet para divulgação de seu negócio e acompanhamento dos resultados. Mas é fundamental que as métricas corretas de análises sejam levadas em conta, para não haver erros no processo.

Um dos indicadores mais importantes é o chamado CAC, ou custo de aquisição de cliente. Ele é responsável por mostrar os resultados de suas ações.

Neste artigo iremos falar sobre o CAC e como interpretá-lo corretamente.

 

O que é o CAC?

O custo de aquisição de cliente é uma métrica usada para mostrar o valor que uma empresa investe para adquirir cada novo cliente. Esse cálculo só poderá ser feito se você conhecer bem todo o seu processo de venda e o que envolve esse processo.

 

Cálculo do CAC

O CAC é calculado usando duas variáveis: toda a soma de investimentos em marketing e vendas (e nesse cálculo tudo deve ser levado em conta, inclusive salários e comissões, eventuais treinamentos, gastos com ferramentas de trabalho, anúncios, entre outros) e os novos clientes (somente os conquistados após início das ações aplicadas).

Com esses dados em mãos, basta aplicar a fórmula:
CAC = soma de todos os investimentos / número de novos clientes

 

O meu valor está coerente?

O CAC, para ser vantajoso, precisa estar dentro do esperado. Para saber se realmente o valor está coerente, será necessário fazer um comparativo com outra métrica, chamada Lifetime Value (LTV), que é o valor no ciclo de vida. Para esse cálculo, a fórmula a ser usada é:
LTV = valor do ticket médio X tempo de retenção de clientes

Ou seja, o objetivo de calcular essa fórmula é saber quanto valor o cliente adicionou para sua empresa no período estudado.

Dessa forma, para ser vantajosos os gastos implementados na aquisição de novos clientes, o seu CAC precisa ser menor do que o LVT, pois indica lucratividade. Quanto menor for o seu custo para adquirir um cliente, melhor é para sua empresa. Da mesma forma o valor no ciclo de vida precisa ser sempre o maior possível.

 

Diminuindo o CAC

Uma das formas de diminuir seu CAC e gastar menos para adquirir clientes é otimizando processos. Com procedimentos mais eficientes, seu custo fica menor, o que também facilita o trabalho da equipe.

Uma maneira de fazer isso é utilizar um software de gestão que atenda as necessidades da sua empresa. Com ele, o acesso geral a informações é mais assertivo e fácil, o que melhora o atendimento ao cliente.

Como você pôde notar, para saber o CAC é preciso que os dados do seu negócio estejam em suas mãos. Para isso, é necessário que você tenha o controle do seu negócio, assim podendo tomar melhores decisões e aumentando seu faturamento.

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sexta-feira, 3 de setembro de 2021

O que é nota fiscal e para que ela serve?

Todos os empresários sabem que as empresas precisam cumprir com várias obrigações fiscais, uma delas é o envio para os órgãos públicos de todas as informações de faturamento. Desde que opta por abrir um negócio, é importante ter conhecimento sobre essas obrigações. Todo negócio, segundo a Lei nº 8.846, é obrigado a fazer registro de seus números, e a forma mais comum é através da nota fiscal.

Neste artigo falaremos sobre a nota fiscal, para que você saiba tudo o que a envolve.

 

Afinal, o que é a nota fiscal?

A nota fiscal, ou NF, é um documento cuja função é registrar todas as vendas de sua empresa. Todas as vezes que você receber algum pagamento, ele precisa estar devidamente registrado, tanto para sua empresa como para o cliente, que tem direito de receber essa nota.

Mesmo que o cliente não forneça seus dados, ainda assim a emissão é obrigatória. Note que há municípios que não permitem esse tipo de emissão sem dados, portanto, em caso de dúvidas, consulte o órgão emissor (Prefeitura) de sua cidade.

 

Importância da Nota Fiscal

A Nota Fiscal parece apenas um documento simples, mas com ela é possível realizar a contabilidade, calcular impostos, estimar faturamento e até organizar o estoque.

O fato de não emitir a nota fiscal, em contrapartida, pode acarretar em problemas fiscais para a sua empresa, que vai desde dificuldades na gestão financeira até sonegação fiscal.

 

Emissão da Nota Fiscal

A emissão da nota fiscal é feita com base na natureza do serviço prestado pela empresa, definido pelo CNAE ao formalizar o negócio. O CNAE é a classificação de atividades exercidas pelas empresas. Ao emitir uma nota fiscal, a prefeitura da sua cidade vai solicitar que identifique o serviço prestado. Mesmo que sua empresa possua mais de um CNAE, apenas um deles poderá ser indicado na emissão.

Em questão de obrigatoriedade de emissão de nota fiscal, a única exceção é o microempreendedor individual, ou MEI. Caso o MEI venda diretamente a uma pessoa física, ele não precisa emitir nota fiscal, embora seja o mais correto na formalização junto à receita.

 

Erros na hora de emitir nota fiscal

É preciso lembrar que, quando se trata de obrigações fiscais e contábeis, deve-se ter uma atenção especial, pois erros podem acarretar diversos problemas, como já citamos.

Um dos erros mais frequentes que os empresários cometem é escolher o tipo errado de Certificado Digital, e quando uma empresa escolhe errado, pode ter que comprar outro. Isso porque, por exemplo, o que possibilita a automação das notas é o certificado A1 digital, que precisa ser instalado no computador. Em compensação, o A3 é físico, tipo um pendrive, que precisa ser plugado no computador para uso. Sempre peça ajuda a seu contador na hora de escolher as opções.

Um outro ponto importante é a nota fiscal eletrônica. Ela pode ser apresentada em forma de documento físico, que chama-se DANFE (documento auxiliar de nota fiscal eletrônica), que não possui validade jurídica. Portanto, precisa ser enviado ao cliente a NF, e não apenas o DANFE.

Mais um erro é emitir uma única nota fiscal no mês. Apesar de poder calcular imposto sobre essa nota, o correto é que sejam emitidas notas a cada venda e cliente, até para facilitar futuras verificações.

 

Tipos de Nota Fiscal

As notas fiscais apresentam-se em três tipos:

1. NFS-e, ou Nota Fiscal de Serviços Eletrônica, usada por empresas que prestam serviços.
2. NFC-e, ou Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica, que substitui o cupom fiscal, portanto muito usada no varejo.
3. NF-e, ou Nota Fiscal de Produto Eletrônica, usada para venda de produtos, tanto em ambiente físico como virtual.

 

Sonegação

A identificação de sonegação é feita através da Lei 4.729/1965, que em uma de suas definições diz que sonegação é “prestar declaração falsa ou omitir, total ou parcialmente, informação que deve ser produzida a agentes de pessoas jurídicas de direito público interno, com intenção de eximir-se, total ou parcialmente, do pagamento de tributos, taxas e quaisquer adicionais devidos por ler.”

Isso quer dizer que, se sua empresa vende um valor e emite nota fiscal com outro, é considerado crime, o que vale também para não emissão de nota fiscal, que seria enquadrado como sonegação fiscal.

Portanto, fique atento e sempre emita suas notas, de preferência identificando o cliente. Assim, a Receita Federal terá todas as informações caso seja necessário averiguar sua empresa.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Indicadores para acompanhar em sua assistência técnica

Para que a sua assistência técnica tenha sucesso, é preciso acompanhar e analisar alguns indicadores importantes. É através dessa análise que você poderá identificar e solucionar problemas, atuando na correção das causas-raiz.

Neste artigo elencamos alguns indicadores para acompanhamento, visando o sucesso de sua assistência técnica.

 

1. Vendas e Serviços prestados

Um dos principais indicadores diz respeito ao volume de vendas. Você precisa saber quantas vendas de produtos e serviços prestados foram efetuados pela sua assistência técnica em determinado período, sempre comparando com períodos anteriores. Esse indicador ajuda a medir a eficiência de sua empresa, conhecer o seu cliente e até descobrir sazonalidades.

 

2. Faturamento

Aqui a análise é sobre o valor de vendas e serviços executados, e deve ser acompanhado diariamente, também comparado com outros períodos, analisando a evolução da sua empresa. A comparação pode ser diária, semanal, mensal ou mesmo anual. O faturamento é o melhor índice para analisar a performance da empresa, mas deve ser cruzado com outros dados para uma análise mais completa.

 

3. Lucro

Quanto de lucro a sua assistência técnica está dando pelo período analisado. O lucro é o cálculo feito após desconto do custo, e indica se sua assistência está ou não trazendo retorno financeiro. Caso você possua mais de uma loja, é possível saber qual delas está trazendo mais retorno e por que resultados são diferentes, ajudando a alavancar as vendas da que estiver com lucro menor.

 

4. Clientes

Análise da quantidade de clientes atendidos em sua assistência técnica em um determinado período de tempo, também comparando com períodos de análise anteriores. Você pode também selecionar os clientes de cada responsável, sabendo como está o desenvolvimento de cada um do time, e até gerando metas mais ambiciosas.

 

5. Descontos concedidos

Aqui há duas análises que podem ser feitas: percentual de descontos e valores, também comparando períodos, motivos do desconto, se fazem parte de alguma ação, etc. É importante entender não apenas o valor descontado, mas o percentual que ele representa, pois essa análise mais completa é a que dará uma visão mais ampla para análise.

O valor que está sendo concedido afeta a rentabilidade das vendas e o lucro, diretamente, por isso precisa ser acompanhado de perto.

 

6. Tíquete médio

O valor do tíquete médio é calculado dividindo o valor total de vendas pela quantidade de vendas realizadas. Através dele você será capaz de entender quanto será necessário para atingir as metas, pois saberá quanto cada venda representa.

 

7. Itens por venda

Quantos itens, em média, uma venda oferece. Obtém-se esse valor dividindo o total de itens pelo número de vendas, e essa análise ajuda a entender o giro de produtos para cada venda e o impacto das ações tomadas para elevar o tíquete médio.

 

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quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Como fazer um pós-vendas eficiente em sua assistência técnica

Quem trabalha com clientes sabe a importância de se fazer um trabalho de pós-vendas para valorizar cada venda feita a seu cliente e tê-lo fidelizado. A questão maior é saber como ser eficiente nesse processo.

Nesse artigo mostraremos algumas dicas para que o pós-vendas em sua empresa torne-se memorável.

Antes de mais nada, vamos entender o que realmente é o pós-venda. Trata-se de um conjunto de etapas que ocorrem após a venda de um produto. Isso pode incluir contato por e-mail, um cupom de desconto para quem é cliente, presente de aniversário, etc.

A prática de pós-venda é fundamental para qualquer tipo de negócio que lide com clientes. Ela implica na fidelização e consequente aumento da carteira de consumidores.

Vamos agora ver dicas importantes para que você coloque em prática já.

 

1. Pesquise sobre a satisfação do cliente

Saber a opinião do cliente é a melhor ferramenta que a sua empresa pode ter. Através desse feedback você é capaz de avaliar a qualidade do atendimento, do produto, mapear o processo de venda, entre outras coisas.

Muitos dos clientes estão dispostos a opinar após uma compra, ajudando com sua avaliação, e se a sua empresa demonstrar que faz questão de ouvir o que ele tem a dizer, isso mostrará que valoriza a opinião de cada um.

Mas não esqueça que precisa usar críticas para melhorar, não basta querer ouvir o que o cliente tem a dizer e não fazer nada a respeito.

 

2. Acompanhe a trajetória do cliente

É importante conduzir o cliente em um follow up desde o momento da compra. Você pode enviar a ele uma comunicação explicando sobre o produto que comprou, e até colocar junto a pesquisa de satisfação. Mostre para ele que o contato não acabou quando ele finalizou a compra.

Ele saberá que tem alguém para dar suporte e se sentirá valorizado e satisfeito. Através desses follow ups, você melhora o posicionamento do seu negócio à medida que aumenta a consideração do cliente pela marca e como ela é percebida.

 

3. Seja verdadeiro em sua palavra

Cumprir com o que promete é o mínimo de postura que se espera de uma empresa séria e focada no cliente. Para o cliente, isso é percebido como qualidade de atendimento, deixando-o mais seguro quando usa a transparência. Certifique-se sempre, portanto, de que o produto ou serviço cumprirá o que foi prometido e atenderá ao máximo as exigências do cliente. Nada de mudar sua fala para agradar sem ter certeza do que está dizendo, só para o cliente comprar, pois isso é sinal de fracasso na certa.

Honestidade pode definir a sua marca. Lembre-se que todas as atitudes definirão a imagem que os cliente têm de sua empresa.

 

4. Comemore com seus clientes

Uma das formas de aproximar sua empresa dos clientes é através da humanização e personalização. Portanto, tenha uma lista das datas especiais e aniversários e não deixe de entrar em contato com seus clientes nessas datas. Mostre que você se lembra dele e que ele é especial para você.

Todo mundo gosta de se sentir importante. Inclusive, você pode oferecer mimos e descontos em datas específicas, além da mensagem carinhosa. Mostre que você está atento ao bem estar de cada cliente.

 

5. Seja relevante

Somos bombardeados de informações diariamente nas redes sociais, emails, etc. Então, o que você vai transmitir para seu cliente precisa ser relevante, ou correrá o risco de se tornar apenas mais uma comunicação. Importante ressaltar que vendas não se fazem apenas com propagandas cansativas e recorrentes.

Pelo contrário, o que vai fazer com que o seu cliente fixe sua marca e lembre-se de você são conteúdos de qualidade e até exclusivos que você pode oferecer. Uma alternativa é buscar investir em estratégias de marketing de conteúdo, ou seja, produção de material educativo de qualidade, com assuntos que tenham a ver com seu negócio e façam sentido para seu cliente.

Isso pode incluir vídeos, blogs, postagens em redes sociais, tudo para alavancar o nome de sua marca.

Isso aumenta o tráfego nas páginas da sua empresa, e fará com que o cliente seja cativado.

 

6. Cliente gosta de exclusividade

Não é só vender um produto. Hoje, os clientes mais do que nunca querem participar de uma experiência que os leve a ter altos índices de satisfação. Para isso, você precisa ter seu mindset alterado e pensar em começar a oferecer vantagens exclusivas que façam seu cliente sentir-se único.

Isso se aplica a quem já é cliente, e não a novos. Trata-se de uma forma de fidelização. Algumas das alternativas incluem descontos progressivos, divulgação de lançamentos primeiro a quem já é cliente, ofertas especiais, convites para eventos, etc.

Toda vez que você pensar em uma ação como essa, lembre-se que é um prazer para o cliente sentir-se parte de um grupo seleto.

 

7. Equipe treinada

Sua equipe precisa estar na “mesma página” da cultura da empresa para que o cliente perceba que todos o tratam como único. Essa tratativa e consideração não pode vir apenas do dono, e sim de todos. Sua equipe é peça essencial para o sucesso do pós-vendas, desde que sejam bem treinados para isso.

Quando o time todo estiver pronto para cativar o cliente com atendimento de sucesso, sua empresa verá os benefícios de investir em pós-vendas e na fidelização.

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terça-feira, 24 de agosto de 2021

Você sabe quais impostos são pagos ao emitir nota fiscal?

Toda vez que uma nota fiscal é emitida, o emissor paga impostos sobre essa emissão. Sobre uma nota fiscal podem incidir impostos, taxas, contribuições sociais, contribuição de melhoria e até empréstimo compulsório.

Como regra geral do sistema de tributação, temos três tipos: simples nacional, lucro real ou lucro presumido.

Vamos conhecer cada um deles.

 

Simples Nacional

O Simples reúne em apenas uma guia os tributos federais, estaduais e municipais. Para que sua empresa possa escolher recolher tributos através do Simples Nacional, a receita bruta anual não pode ser mais de R$ 4,8 milhões e deve-se atentar se a atividade da empresa é permitida entre as que podem ser escolhidas na modalidade. Além disso, os sócios não devem possuir restrições.

O Simples Nacional condensa diversos tributos em uma única alíquota, sendo eles IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, CPP, ICMS, ISS e IPI, incidente sobre o faturamento da empresa e variante de acordo com tabelas existentes na Lei Complementar 123/2006.

 

Lucro Real

Para empresas que estão no lucro real, o que determina o valor a ser pago de tributos sobre o lucro real é o faturamento mensal ou trimestral da empresa. Há casos de empresas que são obrigadas a estarem nesse regime por conta da atividade exercida. O pagamento dos tributos é um pouco mais trabalhoso, pois as guias são individuais e há obrigações a serem cumpridas ao longo do ano.

 

Lucro Presumido

O cálculo para pagamento dos tributos nesse regime é feito a partir de um valor presumido, por isso o seu nome. Ele também varia de acordo com a atividade exercida pela empresa. O faturamento máximo anual para encaixar a empresa nesse regime é de R$ 78 milhões, no máximo, e a emissão das guias para pagamento também é individual.

 

Tributos incidentes nas atividades empresariais

Agora que já vimos os regimes vamos listar alguns dos principais tributos que uma empresa precisa pagar.

  1. Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, ou COFINS: Tributo federal para o financiamento de previdência social, saúde pública e assistência social. É calculado com base no faturamento bruto da empresa.
  2. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, ou CSLL: esse tributo da garantia de fundos para a Seguridade Social, que é um conjunto de políticas sociais para garantir direito à saúde, seguro desemprego e aposentadoria da população.
  3. Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, ou IRPJ: toda pessoa que possui um cadastro jurídico (ou seja, CNPJ) precisa pagar esse imposto, que é calculado de acordo com o regime em que a empresa se encaixa.
  4. Contribuição Patronal Previdenciária, ou CPP: trata-se de uma arrecadação federal que está vinculada ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ela contribui para o regime geral da previdência social.
  5. Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza, ou ISS: toda empresa que presta qualquer tipo de serviço precisa pagar o ISS, cujo valor calcula-se de acordo com o regime tributário da empresa.
  6. Imposto Municipal sobre Serviços de Qualquer Natureza, ou ISSQN: é um tributo modificado e/ou instituído pelos municípios em todo território nacional.
  7. Programa de Integração Social, ou PIS e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, ou PASEP: esses dois tributos são destinados a pagar o abono e a renda salarial dos trabalhadores. O PIS é destinado a trabalhadores de empresas privadas e o PASEP, a servidores públicos.
  8. Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços, ou ICMS: é um tributo do estado, incidente em operações em que haja movimentação de produtos e pode incluir serviços prestados. Sua alíquota varia de acordo com a legislação de cada estado. Não é cumulativa.
  9. Imposto sobre Produtos Industrializados, ou IPI: é um tributo que incide em qualquer produto de origem nacional e estrangeira. A única exceção são matérias primas que não tenham sofrido nenhuma modificação desde a sua extração.
  10. Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou IOF: tributo que é relativo a Títulos ou Valores Imobiliários.

 

MEI – tributos pagos nessa modalidade

Para empresas que são MEI, o cálculo dos impostos leva em consideração o salário mínimo vigente e o setor de atividade da empresa. Assim, o microempreendedor é enquadrado no Simples Nacional e seus tributos pagos através do DASMEI, que significa Documento de Arrecadação do Simples Nacional, pago mensalmente e em valor que independe do faturamento.

Depois de formalizado, o microempreendedor individual terá as seguintes despesas estabelecidas:

Em âmbito Federal, refere-se ao INSS e corresponde a 5% do salário mínimo, que em 2021 está atualizado em R$ 1.100,00. Em âmbito Estadual, paga-se R$ 1,00 referente ao ICMS (no caso da atividade da empresa ser Comércio/Indústria e/ou Serviços de Transporte Intermunicipal/Interestadual). Em âmbito Municipal, R$ 5,00 que se referem ao ISS (apenas no caso do MEI desempenhar atividades de Prestação de Serviços).

Em resumo, os valores definidos para pagamento são:

  • Atividades de Locação de bens próprios (que não incide ISS e ICMS) – R$ 52,25
  • Atividades de produção ou revenda de mercadorias (com ICMS) – R$ 53,35
  • Atividades de prestação de serviços (excluindo-se locação de bens próprios) – R$ 57,25
  • Atividades mistas (venda de produtos e prestação de serviços, com incidência de ICMS e ISS) – R$ 58,25

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